Ambisig

http://www.ambisig.com

 

A Ambisig, criada em 1994, desenvolve a sua actividade centrada na utilização das Tecnologias de Informação Geográfica, sistemas de informação e em serviços de consultoria, tendo por missão disponibilizar soluções robustas, inovadoras, fiáveis e user friendly que proporcionem aos clientes ganhos de eficácia, rentabilidade e melhoria de qualidade na sua actuação. Em acréscimo, a Ambisig é constituída por uma equipa certificada com um know-how especializado em diversas áreas, oferecendo a possibilidade a todas as organizações que queiram apostar no crescimento sustentado e na inovação dos seus colaboradores um leque variado de serviços de consultoria e análise processual, formação orientada a objectivos e acompanhamento personalizado, tendo em vista o aperfeiçoamento dos recursos. Neste sentido, a Ambisig é uma empresa empreendedora que, em conjunto com os seus clientes, optimiza e simplifica processos, resolve problemas e potencia oportunidades com recurso às mais avançadas tecnologias. A qualidade das suas soluções e a satisfação dos clientes são o mote para o desenvolvimento da AMBISIG, razão pela qual certificou todos os seus produtos e serviços. Posiciona-se no mercado nacional e internacional em duas frentes, a Administração Pública – através da implementação de soluções para registo, gestão e manutenção da infra-estrutura rodoviária e ferroviária, integrada com a digitalização dos seus processos – e o sector privado – implementando soluções que integram a dimensão geográfica com a digitalização dos processos empresariais, desenvolvendo soluções inovadoras. Este compromisso assenta na garantia do adequado funcionamento do Sistema de Gestão Integrado, definido de forma a sustentar práticas que vão em linha com os requisitos das normas de referência consideradas pela Ambisig, nomeadamente a NP EN ISO 9001:2008 e NP EN ISO 14001:2004, ISO/IEC 27001:2005 (E), NP EN ISO 4457:2007 e CMMI – Nível 3.

 

Processo de Certificação

Ambisig, tendo a consciência da importância da inovação como factor de competitividade suportada por um quadro técnico jovem, motivado e permanentemente envolvido em processos de formação e desenvolvimento tecnológico, possui processos de produção/desenvolvimento e gestão de projectos claros que representam as melhores práticas desta actividade, permitindo uma oferta de produtos inovadora e forte cuja comercialização tem boas margens de lucro.

A recente certificação do seu Sistema de Gestão de Investigação, Desenvolvimento e Inovação (SGIDI) pela NP 4457:2007 - Investigação, Desenvolvimento e Inovação da Ambisig veio reforçar o retorno e a incorporação de resultados de IDI na sua actividade corrente. Com efeito, a adopção destas políticas/metodologias de sistematização e potenciação das actividades de IDI na operação da empresa levou a que fossem adoptados igualmente novos procedimentos, formas de estar, de actuar e de relacionamento com o mercado (clientes e/ou outras empresas do sector), entre as quais se destaca a actividade de co-criação como particularmente promissora no processo inovativo.

Com a certificação pela NP 4457:2007 - Requisitos do Sistema de Gestão de IDI, Investigação, Desenvolvimento e Inovação, a Ambisig preparou e adequou a sua estrutura e equipa para o cumprimento dos cinco compromissos que se seguem:

  • Estimular e apoiar o aparecimento de novas ideias e o seu desenvolvimento de forma sistemática e sustentada, com vista ao reforço das vantagens competitivas e do posicionamento no mercado;
     
  • Promover a gestão das interfaces tecnológica, de mercado e organizacional do processo de inovação, de forma a assegurar a circulação e transferência de conhecimento entre a actividade inovadora da organização e o seu ambiente;
     
  • Promover uma gestão por objectivos e monitorizar continuamente os indicadores processuais, de forma a incrementar o desempenho da inovação dentro da organização;
     
  • Melhorar de forma contínua a eficácia das actividades de inovação, não só reagindo adequadamente às falhas mas também antecipando problemas potenciais;
     
  • Assegurar uma elevada competência de todos os colaboradores tendo em vista garantir as competências necessárias para a investigação, desenvolvimento e inovação.


Como suporte ao Processo de IDI, a Ambisig definiu um processo que tem como finalidade promover a implementação de novas ou significantemente melhoradas soluções para a empresa (novo produto, processo, método organizacional ou de marketing) com o objectivo de reforçar a sua posição competitiva, aumentar o desempenho e o conhecimento.

As actividades que suportam este objectivo resumem-se a quatro grandes áreas, nomeadamente a Gestão de Ideias e Avaliação de Oportunidades, a Gestão da Inovação, a Gestão de Conhecimento e a Gestão de Interfaces, constituindo a primeira a principal procedência para a definição dos indicadores de desempenho do Processo de ID.


 

Vasco Ferreira 

Administrador

 

Optimizar e desenvolver as organizações através da tecnologia» é o lema da Ambisig.

 

O sistema produtivo regional continua a caracterizar-se, apesar da evolução positiva verificada nos últimos anos a nível nacional, por  uma baixa intensidade em tecnologia e inovação, o que constitui um forte constrangimento ao crescimento económico e à melhoria da competitividade.

 

Nesse sentido, a crescente necessidade de incorporar inovação quer na conceptualização de novos produtos e serviços quer na metodologia como forma de reforço das condições de competitividade da empresa leva a que o processo de inovação passe a ser uma prioridade central da Ambisig.

 

Neste contexto, a Ambisig implementou a Norma Portuguesa 4457:2007 - Requisitos do Sistema de Gestão de IDI, Investigação, Desenvolvimento e Inovação como forma de gerir e reter os resultados e conhecimento dos processos de inovação dentro da organização.

 

Adicionalmente, é convicção da Ambisig que o próprio processo de inovação pode ser conseguido pelo envolvimento de processos de co-criação de clientes e de outras empresas e/ou instituições tendo em vista a concepção de novos produtos por integração de diferentes experiências e conhecimentos. Neste âmbito, decidiu a Ambisig construir novas instalações no Pólo Tecnológico de Óbidos, localização da nossa sede, para permitir acomodar a presença conjunta de equipas de clientes e entidades externas, incluindo entidades do Sistema Científico e Tecnológico (SCT), no desenvolvimento dos processos de co-criação.

 

Boas Práticas Implementadas

  • Implementar processos para garantir mais e melhor inovação - Gestão de ideias

    Joseph Addison, poeta inglês do século XVIII, já dizia que «Tudo o que é novo suscita na imaginação um raro prazer, porque enche a alma com uma agradável surpresa, gratifica a sua curiosidade e dá-lhe uma ideia do que antes não possuía».

    Na Antiguidade, Anaxágoras afirmava: «Mede-se a grandeza de uma ideia pela resistência que ela provoca».

    Nesse sentido, não será de estranhar que as ideias sejam os principais inputs para o processo de IDI da Ambisig, como empresa de cariz tecnológico, empreendedora e competitiva que definiu os respectivos indicadores de desempenho em função da mesma.

    Assim sendo, de forma a manter a corrente e a permitir aos seus colaboradores contribuir para a inovação da empresa, os indicadores de desempenho estão definidos em três grupos, nomeadamente:

    - N.o de ideias apresentadas, n.o de ideias aprovadas, n.o de ideias implementadas e tempo médio de análise de ideias;

    - Taxa de ideias aprovadas, taxa de implementação de ideias e taxa de sucesso na implementação de ideias;

    - Investimento em I&D, investimento em IDI e Volume de Negócios em IDI.

     



     


    O surgimento de ideias aparece quer por iniciativa pró-activa dos colaboradores, que registam na intranet as suas ideias, quer por iniciativa pró-activa da organização, quando PARTE 3 143 BOAS PRÁTICAS DE GESTÃO DE INOVAÇÃO EM PORTUGAL J Gestão de Ideias promove sessões de brainstorming trimestrais fomentadas pela Administração ou, mais frequentemente, reuniões de coordenação semanais.

    As sessões de brainstorming são de extrema importância, pois envolvem toda a empresa, em equipas multidisciplinares, por áreas (organização, marketing, processos, produtos, serviços), provocando dinâmica organizacional, minimizando assim a resistência à mudança.

     

     

    Na sequência destas ideias têm surgido novas ou significativamente melhoradas soluções para a empresa (novo produto, processo, método organizacional ou de marketing), de que é exemplo o caso prático adiante descrito - o «Mobile Mapping».

    Para 2010, a Ambisig definiu um conjunto de iniciativas cujo objectivo é alargar o debate de ideias e de interacção, passando de equipas multidisciplinares internas para equipas multidisciplinares com entidades externas, nomeadamente clientes e entidades do Sistema Científico e Tecnológico (SCT), com as quais já detém alguns protocolos de colaboração.

    Nesse sentido, consideramos que as actividades de co-criação onde se constituem equipas mistas de elementos da Ambisig com elementos dos clientes - ou potenciais clientes - ou equipas formadas por elementos da Ambisig e elementos de outras empresas ou entidades do SCT permitem desenvolver outras ofertas, que resultam da integração de diferentes perspectivas ou que levam ao surgimento de novos produtos por integração/articulação de produtos pré-existentes, cuja existência conjunta potencia o mercado de ambos.

    Assim sendo, torna-se importante para a Ambisig alargar o seu espaço físico - afigurando se o investimento na construção do novo edifício da sede, no decurso de 2010, como um importante marco na sua história -, bem como as infra-estruturas tecnológicas, inclusive um laboratório de electrónica, para poder vir a desenvolver de forma continuada e pró-activa os processos criativos em co-criação.

     

    ESTRATÉGIAS ABERTAS DE INOVAÇÃO
    Gerir a aprendizagem económica numa sociedade em rede

    João Caraça et al. (2009) avançaram recentemente com um modelo de inovação
    «multicanal» que enfatiza as noções de abertura, de interacção criativa, de sistema e de pluralidade de factores relevantes no processo de inovação (uma visão network-centric). Na evolução da divisão de trabalho entre os grandes modos de governação da actividade económica, a clássica antinomia Hierarquia/Mercado de Oliver Williamson (1975), as formas intermédias e relacionais foram ganhando o seu espaço até se tornarem o esquema organizacional mais estimado (Thorelli, 1986).

    Poder-se-á dizer que aqui a «rede» emerge como a principal modalidade de governança para implementar soluções económicas eficientes. Esta visão está em linha com as leituras sugeridas pelos grandes teóricos da sociedade da informação e da economia do conhecimento (e.g. Castells, 1996).

    Estas várias gerações de modelos podem ser vistas como marcos de um caminho intelectual que tendencialmente tem vindo a relativizar o papel simples (linear) das acções inovadoras (por exemplo, o acto individual/empresarial isolado de invenção) e a dar mais destaque ao papel complexo (não-linear) das interacções entre contributos inovadores e à articulação de contributos diversos, internos e externos à organização (por exemplo, combinação de activos distintivos, orquestração de parcerias).

    Ao nível dos actores (sejam estes gestores de inovação ou empresas inovadoras), a maior interdependência das suas acções diminui o grau de autonomia das suas decisões, sendo que a capacidade de influenciar as acções de outros actores passa a ser importante numa teia cada vez maior de cruzamentos de processos de aprendizagem. A noção de coordenação dinâmica com a envolvente ganha peso, portanto, quando pensamos nos desafios actuais da gestão de inovação. Esta sensibilidade tem-se exprimido em proposições diversas, desde a ideia de «Inovação Aberta» (Chesbrough, 2003) à «Democratização da Inovação» (Von Hippel, 2005), passando pelo «Crowdsourcing» (Howe, 2006) ou pela «Co-criação» de soluções inovadoras (Prahalad e Ramaswamy, 2000).

    Texto da caixa da responsabilidade de Sandro Mendonça (ISCTE) e Vitor Corado Simões (ISEG).



  • Identificar resultados de inovação - Tipos de Inovação - Produto/Serviço

    A solução «Mobile Mapping» é uma metodologia associada a uma plataforma integrada de inventário, monitorização e gestão da rede viária que tem em vista a melhoria da qualidade de serviço, segurança da rodovia e a minimização do TCO (Total Cost of Ownership).

    Os levantamentos cartográficos são realizados recorrendo a tecnologia de precisão que permite obter erros de posicionamento inferiores a 2 cm e medições com precisões inferiores a 1 mm. Em complemento, utilizamos videografia de alta resolução com capacidade de registo a qualquer velocidade legal de circulação.

    No Mobile Mapping, a Ambisig dispõe de um serviço de monitorização de pavimentos que, através do GEOCAR, captura uma imagem linear por meio de uma câmara digital de alta resolução (0,5 mm por pixel) com iluminação laser (sistema LIDAR - Light Detection and Ranging) que possibilita a caracterização das degradações e deformações dos pavimentos, além do cálculo do IRI (International Roughness Index).

     

     

    A caracterização destas anomalias (fendilhamento, deformações, defeitos, movimento de materiais e reparações) faz-se recorrendo à análise de imagens da superfície, revelando defeitos do pavimento.


    ESTE SISTEMA TEM COMO PRINCIPAIS VANTAGENS:

    • O elevado conhecimento acerca do património/cadastro, para ser tido em consideração em sede de revisão do Plano Director Municipal (PDM) e análise do seu desenvolvimento futuro;
       
    • Possibilita a construção de um cadastro permanentemente actualizado das estradas sob gestão;
       
    • Permite incorporar informação desenhada sobre projectos, traçados, plantas, imagens e demais elementos no sistema de informação geográfica, de forma a proceder ao seu cruzamento com cartografia digital;
       
    • Permite uma melhoria da qualidade da sinalização horizontal e vertical para tornar mais segura a circulação rodoviária, o que leva à implementação de sistemas automáticos de aquisição de informação caracterizadora do seu estado de conservação;
       
    • Assegura a actualização contínua do cadastro com recurso a novos levantamentos mas também por inserção e correcção directa sobre os dados geográficos, na sequência de projectos em formato digital ou por plantas georreferenciadas e de acordo com um plano de permissões de alterações que garanta a fiabilidade do cadastro;
       
    • Permite o conhecimento do estado de conservação dos pavimentos, geometria da via, dos parâmetros transversais e longitudinais, de modo a permitir planear a manutenção (preventiva e correctiva) e a identificação de riscos para a segurança e conforto.

    A Ambisig tem uma larga experiência em prestação de serviços de mobile mapping. Entre os nossos clientes temos vários concessionários de auto-estradas e muitos municípios.

     



    GESTÃO DA INOVAÇÃO


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