Edições

  • 1. Como avalia os resultados da política de Inovação em Portugal?

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      Joana Vasconcelos

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    • Alcino Lavrador

      Alcino Lavrador

      Presidente Executivo

      PT Inovação

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    • Ana Moutela

      Ana Moutela

      Directora-Geral

      ZARA Portugal

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    • António Melo Pires

      António Melo Pires

      Director-Geral

      Volkswagen Autoeuropa

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    • António Murta

      António Murta

      Managing Director

      Pathena

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    • António Vidigal

      António Vidigal

      Presidente do Conselho de Administração

      EDP Inovação

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    • Carlos Faro

      Carlos Faro

      Presidente Conselho de Administração

      Biocant

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    • Francisco Veloso

      Francisco Veloso

      Director

      Católica - Lisbon School of Business and Economics

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      Gonçalo Quadros

      CEO

      Critical Software SA

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    • Isabel Mota

      Isabel Mota

      Administradora

      Fundação Calouste Gulbenkian

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    • João Caraça

      João Caraça

      Director

      Foundation Calouste Gulbenkian, Délégation en France

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    • José Joaquim de Oliveira

      José Joaquim de Oliveira

      Presidente

      Câmara de Comércio Americana em Portugal

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      José Manuel dos Santos

      Design Director

      Masco Corporation

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    • Luís Portela

      Luís Portela

      Chairman

      Bial

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    • Nicolau Santos

      Nicolau Santos

      Director-Adjunto

      Jornal Expresso

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      Paulo Azevedo

      CEO

      Sonae

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    • Paulo Pereira da Silva

      Paulo Pereira da Silva

      Presidente

      Renova Fábrica de Papel Almonda, SA

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      Pedro Carneiro

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    • Peter Villax

      Peter Villax

      Administrador

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      Rogério Carapuça

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      Rui Paiva

      Presidente

      WeDo Technologies

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      Salvador Guedes

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      Zita Martins

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  • a). Quais os principais desenvolvimentos positivos das políticas de inovação em Portugal?

    • Joana Vasconcelos

      Joana Vasconcelos

      No plano da Ciência e da Tecnologia e no campo artístico, território fundamental para a inovação, infelizmente a aposta foi quase nula, mas, ainda assim, elejo como muito positivo o programa INOV-ART implementado pela DGARTES - Direcção-Geral das Artes.

    • Alcino Lavrador

      Alcino Lavrador

      Presidente Executivo

      a) Manutenção do SIFIDE, embora mais limitado que anteriormente; b) Crédito Fiscal Extraordinário ao Investimento (CFEI); c) Criação do fundo público de capital de risco Portugal Ventures; d) Prestação excecional de alguns sectores no mercado global, afirmando-se pela sua qualidade e inovação: têxteis, cortiça, calçado, vinho…, que podem servir de estímulo e exemplo; e) Crescimento das exportações; f) Prémios científicos atribuídos a investigadores portugueses; g) Mobilização em torno da divulgação do programa europeu Horizon 2020.

    • Ana Moutela

      Ana Moutela

      Directora-Geral

      Apesar de se verem alguns sinais de melhoria no clima de recessão, o desenvolvimento do País continua constrangido pelo cenário macroeconómico. No entanto as empresas portuguesas continuam a fazer um esforço notável em investigação e desenvolvimento reconhecido, por exemplo, no relatório "Communications Outlook 2013" da OCDE em que Portugal surge na liderança dos países europeus com maior penetração de tecnologias de fibra óptica, confirmando a tendência descrita no "The 2012 EU Industrial R&D Investment Scoreboard", da Comissão Europeia.

    • António Melo Pires

      António Melo Pires

      Director-Geral

      Nenhum.

    • António Murta

      António Murta

      Managing Director

      + Programa CoHiTec da COTEC + Portugal Ventures a cobrir melhor o espaço de early stage + Nova filosofia do QREN + Projecto H2020 - Smart Regional Strategies + Incentivos para Doutorados nas Empresas + Manutenção do SIFIDE + Alteracao do papel da ADI - foco na Transferencia Tecnologia

    • António Vidigal

      António Vidigal

      Presidente do Conselho de Administração

      O apoio explicito do Governo a grandes projectos inovadores com potencial de dinamizar a Indústria nacional, como é o caso do projecto de energia eólica flutuante WindFloat Atlantic. A nível Europeu o programa Horizonte 2020 que tem motivado o aparecimento de um grande número de consórcios que promovem projectos estratégicas para o País e que têm simultaneamente motivado uma crescente ligação entre a Universidade e a Indústria.

    • Carlos Faro

      Carlos Faro

      Presidente Conselho de Administração

      O reconhecimento económico e social da Inovação e maior abertura dos centros de conhecimento às reais necessidades da sociedade de da economia.

    • Francisco Veloso

      Francisco Veloso

      Director

      O principal desenvolvimento positivo foi a reestruturação do sistema de venture capital público, através da Portugal Ventures, com um enfoque mais claro em projetos intensivos em conhecimento e com ambição internacional. As informações sobre os investimentos que resultam desta alteração de política são muito auspiciosos. A abertura de centros apoiados pela Portugal Ventures em Silicon Valley e em Boston são também atividades com potencial. As iniciativas de vale e passaporte empreendedorismo demonstram uma boa adesão, o que é promissor, embora não se conheçam ainda os resultados destes apoios. O reembolso da taxa social única ou parte dela a empresas com menos de um ano e meio de atividade que empreguem pessoas qualificadas é um instrumento que também me parece relevante, embora ainda não conheça a adesão que está gerar e o seu impacto. Finalmente, um desenvolvimento mais recente que merece destaque é o anúncio de um renovado instrumento de apoio aos business angels, uma área com grande importância para a inovação e empreendedorismo em Portugal.

    • Gonçalo Quadros

      Gonçalo Quadros

      CEO

      Não reconheço desenvolvimentos positivos, apenas negativos, muito negativos. Acentuou-se o que referi no ciclo anterior. 1) pessimismo e cinzentismo um pouco por todo lado; 2) falta de liquidez e de estimulo ao investimento; 3) enorme pressão sobre as Universidades, quem qualifica, produz conhecimento e produz PI.

    • Isabel Mota

      Isabel Mota

      Administradora

      1) Reforço de clusters de inovação. 2) Melhoria da balança de pagamentos tecnológicos; 3) Aumento das exportações de bens e serviços; 4) Reforço da diplomacia económica para a inovação. 5) Maior sensibilização para a ligação entre o ensino e o tecido empresarial 6) Constituição de um novo conjunto de proto-clusters

    • João Caraça

      João Caraça

      Director

      A noção de que se torna necessário inovar para sobreviver.

    • José Joaquim de Oliveira

      José Joaquim de Oliveira

      Presidente

      Os desenvolvimentos não têm sido muitos. Apesar disso, alguns destaques: • A continuação do reconhecimento da importancia da inovação, quer pelo governo quer pelo sector empresarial. A inovação está hoje na agenda política e é aposta firme por um cada vez maior número de empresas. Persiste, contudo, enorme espaço para melhoria em ambos os sectores. • O recente anuncio pelo governo da atribuição de 50 milhões de euros para apoio ao empreendorismo e à inovação. • A onda de empreendorismo que já se faz notar no país. • O desenvolvimento de estruturas de apoio a start-ups, em domínios que vão da logística ao investimento e ao interesse crescente de investidores nacionais e internacionais pelos melhores projectos.

    • José Manuel dos Santos

      José Manuel dos Santos

      Design Director

      Creio que ninguém pode negar que, no contexto actual em que nos encontramos, o regresso do QREN para os próximos 7 anos e com um maior enfoque nas PME parece-me uma boa notícia. Aparentemente há um acréscimo em valor e a percentagem de alocação às PME é de quase 70%, isto num sector que representa mais de 95% do tecido empresarial e 80% do emprego, uma alteração do modelo de investimento em infra-estruturas que pode ou não ter feito sentido no seu devido momento mas que há muito deixou de ser a melhor opção de investimento. Fará sentido questionarmos o investimento em formação não utilizando estes fundos para mascarar o desemprego formando pessoas para empregos que não existem. Gosto do merecido reconhecimento que o Norte merece mais apoio e centros de decisão locais, mas também gosto que Lisboa, Alentejo e Algarve tenham visto os valores de apoio crescerem de forma significativa.

    • Luís Portela

      Luís Portela

      Chairman

      No PORTUGAL 2020 deverá ser dada prioridade aos investimentos em I&D, com reforço das taxas nominais de incentivo, e manutenção duma forte componente de incentivos financeiros não reembolsáveis, permitindo sustentar no ambiente económico adverso os investimentos em I&D por contraponto às fortes quedas dos níveis globais de investimento das empresas; Manutenção do SIFIDE como instrumento valorizador das apostas empresariais de investimentos em I&D, com especial consideração dos projectos de longo prazo, de risco acrescido, e consideração nos custos elegíveis dos investimentos em activos fixos incorpóreos adstritos aos programas de I&D.

    • Nicolau Santos

      Nicolau Santos

      Director-Adjunto

      A captação de investigadores portugueses que estavam no estrangeiro, a atracção de investigadores estrangeiros, a instalação da ideia de que a inovação é essencial para o sucesso empresarial

    • Paulo Azevedo

      Paulo Azevedo

      CEO

      1. Prorrogação da vigência do SIFIDE para 2020. 2. Preparação do novo pacote de incentivos do Quadro Estratégico Comum 2014-2020. 3.Não sendo necessariamente uma política de inovação, é de destacar a introdução do CFEI (Crédito Fiscal Extraordinário ao Investimento) em 2013.

    • Paulo Pereira da Silva

      Paulo Pereira da Silva

      Presidente

      1. Todos estarmos conscientes da importância na aposta na inovação e no empreendedorismo (Estado, Empresas, cidadãos) . 2. A intensificação do esforço de IDI no sector empresarial

    • Pedro Carneiro

      Pedro Carneiro

      Na área da cultura, a direção da Orquestra de Câmara Portuguesa e os nossos parceiros da everis fomos recebidos em audiência pelo secretário de estado da cultura antes do verão passado. Tivemos a oportunidade de apresentar o nosso trabalho de benchmarking e de desenvolvimento de gestão sustentado, o que muito impressionou O Dr. Jorge Barreto Xavier, que nos reservou os mais rasgados elogios pela nossa atitude e foco na sociedade civil e empresarial. Do mesmo modo, transmitiu-nos a vontade de inovar os modelos públicos de gestão atuais, tanto no que concerne aos segmentos intermédios, como de topo. A nossa disponibilidade mantém-se em colaborar na construção de um modelo que se baseie na meritocracia, como referência da distribuição dos recursos existentes, e no alargamento da base de captação de investimento público e privado. É fundamental também que a utilização dos equipamentos técnicos e dos Teatros seja rentabilizada ao serviço ao público e da boa economia, isto é, do Bem Comum dos Portugueses. Aqui inclui-se ainda e também o desenvolvimento de projetos ativos de exploração do turismo da cultura em articulação com os operadores turísticos privados. Mas nunca podemos esquecer o papel fundamental e de alavancagem do Estado como catalizador da excelência artística e de gestão na cultura, como instância última e primeira de liberdade de expressão da identidade nacional.

    • Peter Villax

      Peter Villax

      Administrador

      Novas empresas com produtos inovadores em várias áreas.

    • Rogério Carapuça

      Rogério Carapuça

      O Pais terá acesso a novo programa QREN

    • Rui Paiva

      Rui Paiva

      Presidente

    • Salvador Guedes

      Salvador Guedes

      Criação e foco na inovação para exportação do Conselho da Diáspora Portuguesa Abertura de discussão na Fundação para a Ciência e Tecnologia sobre a publicação em acesso livre de trabalhos científicos financiados publicamente. Análise e re-atribuição de financiamentos QREN e PRODER para aumentar a execução dos dois programas Início dos trabalhos de discussão para uma Estratégia Nacional de Especialização Inteligente

    • Zita Martins

      Zita Martins

      1. Continuação da participação Portuguesa na Agência Espacial Portuguesa (ESA).

  • b). Quais os constrangimentos com que se deparou?

    • Joana Vasconcelos

      Joana Vasconcelos

      O Estado encontra-se com falta de dinheiro para financiar projectos artísticos, pelo que é fundamental recorrer a meios privados para a realização desses projectos.

    • Alcino Lavrador

      Alcino Lavrador

      Presidente Executivo

      a) Saída para o estrangeiro de quadros de elevada qualificação obtida quer na universidade quer nas empresas; Ausência de ferramentas standard de avaliação do retorno do investimento em inovação; b) Salvo casos excecionais, a contínua ligação deficiente entre universidade e empresa; c) Demora na clarificação e definição do papel dos Pólos de Competitividade e Clusters no estabelecimento de uma política nacional de Estratégias de Eficiências Coletivas; d) Ausência de incentivos à colocação de jovens de elevada qualificação em ambiente empresarial; e) Asfixia económica dos orçamentos dos centros do saber – universidades - que estão a montante dos principais processos de inovação e que devem alimentar o meio empresarial com material humano formado num ambiente de qualidade em permanente renovação; f) Crescentes restrições na atribuição de bolsas de investigação que acabam por ter impacto na aquisição de conhecimento necessária à inovação.

    • Ana Moutela

      Ana Moutela

      Directora-Geral

      Alguns dos constrangimentos com que nos continuamos a deparar, resultam de alguma desconexão entre a realidade operacional das empresas e alguma legislação que acentua a burocracia e a ineficiência. Recentemente, temos o exemplo da legislação relativa a guias de remessa e facturas que afectam de forma considerável o transporte de mercadorias e a venda de produtos.

    • António Melo Pires

      António Melo Pires

      Director-Geral

      Inadequação do sistema de capital de risco e Blueangels. Burocracia! Inação de grande parte das instituições de ensino superior na promoção de Startup's.

    • António Murta

      António Murta

      Managing Director

      - "Strings attached" do COMPETE - Diminuicao demasiado agressiva das bolsas para Docs e Pos-docs - Restricoes sobre os Orcamentos das Universidades - Pior, nao respeito estrito pelas verbas de Receitas Proprias (mormente de Projectos Europeus) geradas pelas Universidades - Nao orientacao suficiente das Universidades para a Transferencia de Tecnologia

    • António Vidigal

      António Vidigal

      Presidente do Conselho de Administração

      No modelo de Inovação Aberta que praticamos, não existe ainda no País um ecossistema suficientemente rico, na área de Energia, em que nos movemos, embora esteja a melhorar rapidamente.

    • Carlos Faro

      Carlos Faro

      Presidente Conselho de Administração

      Demasiada incerteza na definição do próximo quadro-comunitário, escassez de investimento e falta de uma politica verdadeiramente amiga da Inovação.

    • Francisco Veloso

      Francisco Veloso

      Director

      Os principais constrangimentos que existem não são novos e advêm do desequilíbrio que existe nas finanças públicas nacionais, e natural enfoque na consolidação orçamental. Este aspeto tem vários impactos importantes. - Tem afastado a discussão política das questões da inovação e do empreendedorismo, e do seu papel no crescimento económico. - Tem reduzido os recursos disponíveis para apoios a investigação, desenvolvimento e inovação - Tem impedido a utilização de importantes instrumentos de incentivo à inovação e ao empreendedorismo, nomeadamente de natureza fiscal.

    • Gonçalo Quadros

      Gonçalo Quadros

      CEO

      Os cortes no estimulo à produção de ciência estão a destruir a massa critica necessária no eco-Sistema para que os resultados passíveis de gerar riqueza possam aparecer. Os melhores vão para outras paragens, os que cá ficam, vivem num ecosistema sem chama, brilho ou energia. Estamos a regredir; isso não é já um risco, passou a ser a realidade.

    • Isabel Mota

      Isabel Mota

      Administradora

      1) Dificuldades de 'scaling-up' dos processos de inovação. 2) Deficientes ferramentas para avaliação do impacto económico e social das políticas de inovação; 3) Insuficiente translação do conhecimento para o meio empresarial; 4) Desadequação dos perfis de formação académica com as necessidades do mercado. 5) Condições de financiamento pouco favoráveis

    • João Caraça

      João Caraça

      Director

      A ausência de uma política nacional explícita, estruturada e financiada, para a inovação.

    • José Joaquim de Oliveira

      José Joaquim de Oliveira

      Presidente

      A situação económica do país e as medidas de austeridade impostas que atingiram tudo e todos incluíndo, naturalmente, as politicas e iniciativas de inovação. Portugal caiu num ranking internacional de inovação devido a fracos desempenhos em áreas tradicionalmente débeis, como a produtividade, o nível de educação, a densidade de alta tecnologia, a capacidade industrial e a actividade de patentes. O problema é que estas são áreas que há muito também puxam para baixo a economia não apenas os rankings.

    • José Manuel dos Santos

      José Manuel dos Santos

      Design Director

      Continuo a afirmar que não existe um política de inovação per se em Portugal, ou então ela existe e não é suficientemente discutida e partilhada entre os diferentes agentes económicos, principalmente no que diz respeito à partilha de responsabilidades e inter conectividade das diferentes medidas. Creio que o principal constrangimento resulta do reconhecimento que a ausência de uma política de inovação está inexoravelmente ligada ao facto dos diferentes governos sofrerem de falta de visão a médio/ longo prazo e fazerem questão de colocar em causa tudo o que foi feito pelo anterior regime. Um bom exemplo é a alteração da estratégia na sustentação de fileiras/ clusters, o desinvestimento na opção top/down demonstra a incapacidade de implementar uma política de inovação a longo prazo.

    • Luís Portela

      Luís Portela

      Chairman

      Dificuldades decorrentes da manutenção de problemas burocráticos excessivos na aplicação dos sistemas de incentivo, envolvendo prazos dilatados nas diferentes fases (avaliação, pagamentos, acompanhamento e auditoria); Escassa diferenciação dos produtos financeiros de credito para as empresas e projectos de forte intensidade na I&D; Inexistência de produtos inovadores tanto no sistema bancário como de instrumentos públicos dirigidos às empresas e aos investimentos em I&D.

    • Nicolau Santos

      Nicolau Santos

      Director-Adjunto

      A alteração da política de bolsas de doutoramento e pós-doc para investigadores, o corte radical no número de bolsas concedidas, um discurso político minimizando os resultados da política de inovação em Portugal e a passagem da ideia de que só vale a pena a inovação feita nas empresas que conduza a novos produtos que possam ser comercializados

    • Paulo Azevedo

      Paulo Azevedo

      CEO

      1. Continuou a dificuldade de acesso a financiamento. 2. Injeção de crédito na economia ainda muito limitada. 3. A elevada complexidade para a preparação e submissão de candidaturas aliada à falta de critérios claros e definidos à partida para a avaliação de incentivos à I&D, nomeadamente no SIFIDE e QREN.

    • Paulo Pereira da Silva

      Paulo Pereira da Silva

      Presidente

      • Excessiva burocracia associada aos incentivos financeiros do QREN

    • Pedro Carneiro

      Pedro Carneiro

      O principal constrangimento é o estado das coisas, a mediocridade instalada e a surdez de uma mentalidade dirigente de horizontes sem ilustração. Assim como daquele setor da sociedade civil que dispõe de recursos financeiros para participar de uma filantropia sustentada que suporte iniciativas de Alta Cultura, mas que sofre da mesma incompletude intelectual. Por exemplo, a Jovem Orquestra Portuguesa, uma iniciativa da Orquestra de Câmara Portuguesa dedicada a estudantes de música que se querem tornar profissionais, é o membro mais recente da Federação Europeia de Orquestras Juvenis, com sede em Viena e recebeu convite para em agosto de 2014 participar no Festival de Kassel, na Alemanha. O Festival assegura estadia e outras despesas, mas faltam as viagens de avião dos 80 jovens músicos de todo o País. Da Embaixada e Turismo de Portugal em Berlim, não encontrámos qualquer capacidade para apoiar ou a dinamizar um apoio junto de entidades que financiem as viagens, apesar de nos terem enviado uma missiva congratulando-se pela nossa iniciativa e convite recebido. Em Portugal, não encontrámos ainda qualquer disponibilidade ou apoio junto das empresas. Na TAP não há um interlocutor que se disponibilize para nos ouvir no sentido de obtermos um desconto da companhia aérea nacional. Com este desconto teríamos um ótimo cartão de visita para encontrar um privado que cobrisse o remanescente. Este é apenas um exemplo não menos banal do nosso dia a dia em todos os projetos que desenvolvemos.

    • Peter Villax

      Peter Villax

      Administrador

      Nenhuns.

    • Rogério Carapuça

      Rogério Carapuça

      Mesmos de 2013

    • Rui Paiva

      Rui Paiva

      Presidente

      Nenhuns. Acreditamos nos nossos Ciclos de Planeamento Estratégico e investimos em conformidade.

    • Salvador Guedes

      Salvador Guedes

      Aumento contínuo das exigências de sustentação científica das atividades empresariais de I&D candidatas a SIFIDE, sem consideração do seu âmbito nem dimensão e sem que exista uma informação prévia das exigências a cumprir. Indefinição sobre o futuro da política nacional de Pólos de Competitividade e Clusters, impedindo a preparação da articulação das empresas entre si e com os produtores de conhecimento. Atraso na definição da articulação nacional no acesso ao 8º Programa-Quadro para a Investigação e Desenvolvimento da União Europeia (Horizonte 2020), criando um atraso de Portugal face aos restantes Estados-Membros que já o fizeram. Inexistência de uma política nacional para a conservação, valorização e promoção dos recursos endógenos, que poderia ser um caso paradigmático de especialização inteligente.

    • Zita Martins

      Zita Martins

      1. Não há uma eficiente exploração dos recursos Humanos, nomeadamente de pessoal qualificado nas Universidades e centros de I&D. Não há eficiente ligação Empresas-Universidades. 2. O acentuado corte a nivel de Ciência. Compreendo que seja necessário ter competitividade e excelência a nivel do financiamento na Ciência. Contudo não compreendo o enorme corte nas bolsas de doutoramento e Post-Doc. Anos de investimento por Governos anteriores fizeram com que Portugal seja um dos países da União Europeia com mais investigadores por permilagem da população activa, e tenha uma das mais altas taxas de mulheres licenciadas relativamente a homens da Europa. O investimento em Ciência é fundamental para manter os niveis de qualidade e competitividade de Portugal. Como exemplo, os países nórdicos tem as maiores percentagens de pessoal de I&D e trabalhadores altamente especializados no total de empregados. Quem está neste momento à frente dos destinos de Portugal está a destruir anos de investimento, o que demostra (no minimo) uma total falta de visão. Aliás o actual Governo legitimou mudança na política científica com dados descontextualizados: http://www.publico.pt/ciencia/noticia/governo-legitima-mudanca-na-politica-cientifica-com-dados-descontextualizados-1622875#/0 E mais um exemplo em como o actual Governo legitimou mudança na política científica com dados descontextualizados: a Universidade de Lisboa está em 2º lugar no ranking ibero-americano da produção cientifica. http://www.publico.pt/sociedade/noticia/universidade-de-lisboa-em-2%C2%BA-lugar-no-ranking-iberoamericano-da-producao-cientifica-1622545

  • c). Indique os principais aspectos em que a política de Inovação tem contribuído, ou não, para a competitividade do País.

    • Joana Vasconcelos

      Joana Vasconcelos

      Uma população mais sensibilizada e preparada.

    • Alcino Lavrador

      Alcino Lavrador

      Presidente Executivo

      Uma política de inovação clara e multidimensional é a chave para que um país como Portugal possa suprir a escassez de recursos naturais e projetar-se como potência suportada na utilização do conhecimento. Não são os salários baixos que vão garantir a sustentabilidade económica do país, ainda para mais inserido num contexto europeu de moeda forte. Só através da subida na cadeia de valor dos diferentes negócios conseguiremos progredir. Subir na cadeia de valor implica usar de inovação tecnológica e de modelo de negócio que permita acrescentar valor ao que é produzido, aumentando a produtividade das empresas a partir da mesma base. Para a inovação acontecer com maior impacto, é necessário estabilizar os modelos de financiamento das universidades, criar uma forte ligação academia-empresa e iniciativas coletivas de interação multidisciplinar como por exemplo projetos nacionais mobilizadores.

    • Ana Moutela

      Ana Moutela

      Directora-Geral

      O Governo tem dado alguns sinais de pretender criar um clima favorável para uma economia aberta e competitiva que tem levado a um aumento do peso das exportações no PIB, em trimestres sucessivos. Esperemos que desta forma o nosso País recupere algum atraso no contexto da convergência europeia.

    • António Melo Pires

      António Melo Pires

      Director-Geral

      Os resultados da política de inovação são ainda muito inexpressivos na competitividade empresarial. Ressalvando alguns setores onde se faz sentir uma forte presença de associações que promovem de forma inequívoca a inovação como política estratégica.

    • António Murta

      António Murta

      Managing Director

      + Manutencao do SIFIDE + Desenvolvimento de uma logica de Fundos de Fundos para desenvolver actores de VC privados especialistas + Diplomacia Economica muito mais activa

    • António Vidigal

      António Vidigal

      Presidente do Conselho de Administração

      A politica de Inovação tem permitido o aparecimento de um conjunto de estruturas publicas e privadas que potenciaram a criação de “start-ups” algumas das quais já com sucesso a nível internacional. Trata-se de importantes “role-models” que importa divulgar, como o tem feito a Cotec, para assim se assegurar um efeito multiplicador. Na frente das energias renováveis Portugal é já visto como um país de referência, o que tem permitido que nesta área não sejamos já um país periférico. No que refere a energia eólica off-shore de águas profundas o projecto Português WindFloat é a referência.

    • Carlos Faro

      Carlos Faro

      Presidente Conselho de Administração

      Do ponto de vista económio o impacto ainda é diminuto mas existem sectores como o calçado e o agro-alimentar onde a inovação tem contribuido para uma maior competitividade internacional

    • Francisco Veloso

      Francisco Veloso

      Director

      Ainda que de forma tímida, o empreendedorismo é a área da política em que tem existido algum contributo para a competitividade do país. Um enfoque crescente nesta dimensão e alguns novos instrumentos para o efeito, nomeadamente no seed e venture capital, têm contribuído para um crescimento da dinâmica empreendedora do país, que é neste momento impar e com uma tendência de aceleração. Um aspeto negativo ao nível da política foi a decisão de subalternizar a política de inovação e empreendedorismo à estratégia de fomento industrial. Compreendendo e valorizando a importância de fomentar a capacidade industrial do país, penso que esta perspetiva limita o alcance e potencial das políticas de inovação e empreendedorismo, que têm necessariamente um âmbito mais alargado.

    • Gonçalo Quadros

      Gonçalo Quadros

      CEO

      Portugal não tem alternativa; Tem de subir na cadeia de valor, e afastar-se de modelos assente em baixos salários. As políticas de inovação são essenciais para fazermos a bom ritmo este caminho estreito e difícil. Um caminho que exige ciclos longos de definição e perseguição de estratégias. O problema é que não conseguimos evitar romper com o que se vinha a fazer (uma maldição que teima em estar presente nas mudanças de ciclos politicos em Portugal). Precisamos de ideias para sair da situação em que estamos. E para isso temos que começar por admitur que temos um problema... (não me parece que estejamos aí, ainda)

    • Isabel Mota

      Isabel Mota

      Administradora

      Aspectos positivos: Apesar de algumas necessidades de correcção de trajectória, são de salientar: o aumento das exportações de cariz tecnológico, a melhor translação dos resultados da investigação académica nas práticas empresariais. Aspectos negativos: Sistema de educação pré-universitário com pouca autonomia, o que dificulta o fomento da necessária cultura de inovação e competitividade.

    • João Caraça

      João Caraça

      Director

      Não existe informação que permita responder cabalmente.

    • José Joaquim de Oliveira

      José Joaquim de Oliveira

      Presidente

      Portugal está hoje absolutamente dependente das exportações e o sector tem tido um bom comportamente. Para ganhar nos mercados internacionais é indispensável dispor de elevados níveis de competitividade. No volume de exportações portuguesas é notório o peso crescente da inovação na capacidade competitiva das nossas empresas. Exemplo actual, merecedor de enorme aplauso, que ilustra muito bem esta realidade: o calçado, um sector tradicional da nossa economia que se tem transformado pela inovação e que detém presentemente uma posição de topo no mercado global. Prova clara de que sem inovação não se melhora a competitividade das empresas, dos sectores e em ultima instância do país.

    • José Manuel dos Santos

      José Manuel dos Santos

      Design Director

      Tem havido um grande esforço na identificação e investimento em métricas que situam Portugal no panorama da inovação na CE. Acho correcto que se entenda que fazemos parte de um sistema de inovação, mas pergunto-me se este conjunto de métricas nos permitem um crescimento sustentado e de interesse nacional. Um reflexo disso são as recentes políticas de investimento na área da ciência. Assumindo que não se trata somente de manipulação estatística, a utilização de alguns critérios como o número de patentes por milhão de habitantes pode esconder a realidade do sistema de mercado mais assente no segredo industrial e na capacidade de resposta.

    • Luís Portela

      Luís Portela

      Chairman

      Papel positivo na dinâmica de criação de empresas de base tecnológica, nomeadamente nas áreas dos sistemas de informação e electrónica e das indústrias da saúde, o que tem contribuído para alterar o perfil da especialização económica; Limitado papel dos instrumentos de inserção de investigadores nas empresas e escassa circulação dos mesmos entre as unidades de investigação e a investigação aplicada nas empresas;

    • Nicolau Santos

      Nicolau Santos

      Director-Adjunto

      Grande parte do aumento das exportações portuguesas assenta hoje em produtos e serviços onde existe inovação, quer nas empresas de tecnologias de informação, quer nas indústrias tradicionais, como têxteis e calçado, quer ainda na agro-indústria, onde empresas portuguesas têm ganho sucessivos prémios a nível internacional

    • Paulo Azevedo

      Paulo Azevedo

      CEO

      Pela positiva identifico a implementação do Programa Estratégico para o Empreendedorismo e Inovação Pela negativa continuam a verificar-se: • Uma ineficaz transferência de conhecimento entre universidades e empresas; • Uma insuficiente aposta da resolução de problemas estruturais da economia Portuguesa: educação, justiça, fiscalidade levam-nos a falhar nas diversas tentativas de reforço da competitividade do país; • A falha na criação de um sector de capital de risco; • Forte desinvestimento na atribuição de novas bolsas (doutoramento e pós-doutoramento) para investigação científica.

    • Paulo Pereira da Silva

      Paulo Pereira da Silva

      Presidente

      É difícil avaliar o contributo da política de Inovação, desligada das outras políticas em curso, e do contexto económico que atravessamos. Consequência das dificuldades no mercado interno ou das políticas em curso, temos assistido a alguns exemplos de empresas e produtos nacionais inovadores e com capacidade de competir nos mercados internacionais.

    • Pedro Carneiro

      Pedro Carneiro

      Escrevi em Dezembro de 2010, o seguinte: A parca política de inovação tem contribuído negativamente para a pouca competitividade do país – pior, seria realmente importante desenvolver, de forma profunda, a educação e a cultura, sem a qual, uma tentativa de criar uma política de inovação, será claramente, um eterno fracasso. Voltei a esta resposta, em Janeiro de 2013, e reitero-a em janeiro de 2014.

    • Peter Villax

      Peter Villax

      Administrador

      As políticas estao bastante bem, o problema é mais os gestores das empresas grandes e estabelecidas que preferem não fazer apostas na área da inovação. Não tem patentes, não licenceiam tecnologia para fora.

    • Rogério Carapuça

      Rogério Carapuça

      São as empresas que estão a inovar e a procurar instrumentos de diferenciação. Poderão vir a beneficiar em algumas areas no programa H2020 e do novo QREN. De resto não se vislumbram novas politicas de inovaçao

    • Rui Paiva

      Rui Paiva

      Presidente

      Não sei responder, Não tenho visibilidade.

    • Salvador Guedes

      Salvador Guedes

      Mantem-se a mesma situação assinalada em Janeiro de 2013, com a mesma nota positiva e os mesmos aspetos negativos, o que não contribui para a competitividade das empresas portuguesas e do País, nem para a sua inovação. As novidades existentes a nível do programa Horizonte 2020, da PAC-pós 2013 e da OCM, bem como da sua articulação conjunta para a promoção da atividade agrícola e da sua inovação, exigem, a nível do setor dos vinhos, a célere criação de uma estratégia nacional de aproveitamento e potenciação que possa ser um motor dinâmico e consequente da geração de valor para a sua economia.

    • Zita Martins

      Zita Martins

      Portugal não é neste momento um país que fomente a criação de empregos e o crescimento económico.

  • d). O que é que o Estado poderia fazer de diferente pela promoção da inovação em Portugal?

    • Joana Vasconcelos

      Joana Vasconcelos

      Fomentar uma maior responsabilidade social, junto dos sectores privados.

    • Alcino Lavrador

      Alcino Lavrador

      Presidente Executivo

      Privilegiar a contratação de empresas certificadas em gestão de inovação; Facilitar o acesso ao crédito em projetos de investimento que visem melhorar produtividade ou subir na cadeia de valor; Fazer da Inovação e do empreendedorismo um desígnio nacional, e para isso criar um programa com iniciativas concretas que permitam o seu acompanhamento e mobilização de atores. Este programa deveria concertar algumas atividades hoje dispersas e desenhar medidas concretas para formação, incubação, desenvolvimento, divulgação e a comercialização de produtos, potenciando emprego através dos recursos qualificados que existem em Portugal.

    • Ana Moutela

      Ana Moutela

      Directora-Geral

      Deveria haver um esforço maior por parte do Estado em manter alocados, a despesa em I&D, montantes mais elevados, invertendo a tendência que se tem vindo a verificar. Com efeito, desde 2001 o montante global em despesa de I&D - em % do PIB - por parte das empresas quase triplicou, ao passo que o Estado tem acentuado uma certa tendência de diminuição.

    • António Melo Pires

      António Melo Pires

      Director-Geral

      Inverter a lógica de atribuição de subsídios e bolsas a instituições ensino superior, obrigando a que todos os projectos tenham associados necessidades ligadas à prática empresarial. Usando o sistema já em funcionamento na UE em que os projetos de I&D tenham de partir de iniciativas conjuntas de empresas e instituições de ensino e investigação.

    • António Murta

      António Murta

      Managing Director

      + Retomar Novas Oportunidades - investir em Educacao Continua Profissionalizante (Universitaria ou nao) + Atraccao de Investimento Internacional-Base (mormente em Ciencias da Vida) + Atraccao de VCs privados internacionais na area da Ciencias da Vida e de Medtech

    • António Vidigal

      António Vidigal

      Presidente do Conselho de Administração

      Continuar a promover a ligação Universidade-Indústria, nomeadamente através de doutoramentos de Indústria e sabáticas de professores na indústria. Continuar igualmente a promover projectos “âncora” que favoreçam o aparecimento em Portugal de “clusters” tecnológicos. A Mobilidade Eléctrica constitui um candidato óbvio por ser uma área em que Portugal tem “know-how” demonstrado. A Energia Eólica Offshore constitui, na minha opinião, outra área com grande potencial, em que estão reunidas as condições para a indústria nacional criar vantagens competitivas. A mais longo prazo a aposta tem de ser na Educação.

    • Carlos Faro

      Carlos Faro

      Presidente Conselho de Administração

      Captação de investimento estrangeiro inteligente através de um mecanismo associado a incentivos económicos e benefícios fiscais dos mais competitivos da Europa. Seria interessante promover uma politica com medidas de incentivo à contratação de serviços inovadores de I&D a empresas portuguesas

    • Francisco Veloso

      Francisco Veloso

      Director

      Existem duas dimensões importantes em que algo diferente poderia ser realizado, uma ao nível de foco da política, e a segunda ao nível dos instrumentos. Ao nível do foco da ação política, penso que deveria existir uma aposta mais clara em duas áreas: no empreendedorismo e nas empresas de elevado crescimento (que crescem precisamente porque têm uma dimensão inovadora). Sabemos que as novas empresas e as empresas de elevado crescimento (que se cruzam no fenómeno das gazelas, empresas jovens com elevado crescimento), são responsáveis pela esmagadora do emprego líquido e sustentável criado nas economias modernas. Assim, estas duas dimensões deveriam ser o principal foco da política de inovação no país, com objectivos e métricas claras associadas, por exemplo, a taxa de gazelas ou de empresas de elevado crescimento na economia. Ao nível dos instrumentos, parece-me muito importante a utilização e instrumentos de natureza fiscal para incentivar a inovação e ao empreendedorismo, aspetos que têm estado fora da discussão política. Nomeadamente ao nível dos empreendedorismo, existem hoje iniciativas lançadas noutros países com benefícios claros e comprovados. Porventura um dos mais estabelecidos é o Seed Enterprise Investment Scheme (SEIS) do UK [http://www.hmrc.gov.uk/seedeis/]. Outro instrumento seria um programa de apoio a projetos com elevado potencial de impacto científico e forte oportunidade para a exploração comercial. Estes projetos competitivos apoiariam novas tecnologia com elevando potencial de impacto económico, mas que não estão ainda suficientemente maduras para que exista investimento privado nas mesmas. Estes projetos envolveriam uma unidade de I&D ou universidade e empresas em consórcio, embora pudesse ser considerada a participação apenas de unidades de I&D, desde que com o compromisso de estabelecer de uma nova empresa como resultado do projeto. Poderia haver alguma discriminação positiva associada a áreas consideradas estratégicas para o país-regiões.

    • Gonçalo Quadros

      Gonçalo Quadros

      CEO

      Não deprimir o eco-Sistema a montante (nas Universidades, R&D Labs, ..) que nos retira a massa-critica, energia e ambição. A jusante lançar politicas públicas que permitam agregar a nossa indústria e ajudá-las a dar o salto para os mercados de maior valor acrescentado (falta, genericamente, dimensão e confiança para que possamos dar esse salto em diferentes domínios onde a probabilidade de sermos bem sucedidos existe)

    • Isabel Mota

      Isabel Mota

      Administradora

      - Política de incentivos fiscais a longo prazo para I&D - Aposta em clusters sectoriais a partir das dinãmicas territoriais locais / macro regiões, alavancando fundos estruturais - Reforço da componente educativa.

    • João Caraça

      João Caraça

      Director

      Mobilizar os actores dos diversos sectores para uma acção concertada visando o aumento de competitividade da economia.

    • José Joaquim de Oliveira

      José Joaquim de Oliveira

      Presidente

      Para o futuro: • Gerir bem o novo QREN já não será pouco. A disponibilidade de 6000 milhões de euros para PME, é um deafio tão grande quanto a oportunidade que tal montante pode representar para o desenvolvimento do país. As PMEs só progridem e evoluem através da inovação, pelo que o investimento e os apoios devem ser preferencialmente dirigidos para projectos e iniciativas nesta área. • No seguimento da saída do programa de ajustamento, relançar a economia com estímulos adequados, realistas, exequíveis e estruturados para o desenvolvimento dos sectores mais importantes - produtores de bens transaccionáveis e de bens de valor acrescentado - que contribuam para melhorar a nossa competitividade no mercado global, mais uma vez através da inovação e da Investigação. • Realizar reformas estruturais essenciais. Manter a despesa controlada e criar mecanismos de defesa contra projectos megalómanos, inúteis e sem um encaixe claro nas necessidades do país.

    • José Manuel dos Santos

      José Manuel dos Santos

      Design Director

      Creio haver necessidade de se criar um grupo de reflexão que identifique a longo prazo uma direcção para a inovação, supra partidária e ideológica, mais sintonizada com o interesse nacional, que identifique o papel do estado e dos diferentes actores económicos e sociais, que crie um plano de acção com responsabilidades partilhadas e compromisso formal por parte dos intervenientes. Tenho pena porque não creio que tal seja possível, consensos difíceis e demasiados interesses económicos. No actual contexto assumo que o papel do Estado assenta mais na identificação dos sinais de inovação no mercado e no desenho de medidas de rápida implementação que permitam acelerar o seu crescimento. Um desses sinais que já deu mostras de vigor tem sido o ambiente start-up criado um pouco por todo o país, creio ser uma área onde o Estado ainda vai a reboque.

    • Luís Portela

      Luís Portela

      Chairman

      Promovendo de forma muito a activa a circulação de investigadores entre as universidades e as empresas, o papel relevante nos percursos académicos dos programas doutorais em ambiente empresarial; Criando, em articulação com o sistema financeiro, produtos inovadores de capital e divida dirigidos a empresas e projectos, nas suas diferentes fases de desenvolvimento, que apostem em programas estruturados de I&D.

    • Nicolau Santos

      Nicolau Santos

      Director-Adjunto

      Manter um discurso político de estímulo à inovação; manter os apoios às bolsas para doutoramentos e pós-doc; estimular a troca de experiências com muitos investigadores portugueses que estão no estrangeiro; estabelecer um forum onde investigadores e empresários se possam encontrar e trocar ideias e experiências.

    • Paulo Azevedo

      Paulo Azevedo

      CEO

      inovação em Portugal? Necessidade de definir para Portugal uma estratégia de inovação de longo prazo com uma agenda sustentada em modelos de continuidade e independentes de ciclos eleitorais. Existe a necessidade de traduzir em oportunidade económica para as empresas os sectores/ fileiras definidas como estratégicas para o país: mar, floresta, turismo, … O país deve identificar as fileiras de valor acrescentado que serão imutáveis nos próximos 20 anos e justificar o porquê da escolha. • Dentro de 20 anos quais são os sectores em que devemos ser muito bons: o Mar? o Florestas? o Turismo? Porquê? A partir daí desenvolver o mapa do que temos de fazer para lá chegar: – Privilegiar as áreas de investigação relacionadas com objetivos de longo prazo – Formação é chave: uma sociedade culta é incompatível com ações de curto prazo! A par da definição da estratégia é fundamental definir as medidas que garantam a sua implementação. Paralelamente a I&D tem de sair dos laboratórios onde tradicionalmente ocorre e passar a ser feita em função de e para os mercados, anunciando e promovendo a utilização dos bons resultados obtidos. Os atuais limites ao financiamento do Sistema Cientifico e Tecnológico estão a provocar uma fuga de talento para outros países ( doutorados, especialistas,…) Há ainda grandes dificuldades de entendimento entre universidade e empresas. É fundamental trazer os problemas das empresas para que as universidades possam orientar os seus milhares de estudantes a fazer estudos para resolver problemas concretos. Sabendo que a universidade não se pode dedicar a problemas táticos de curto prazo é necessário que os problemas colocados tenham cariz estratégico: problemas a 2 / 3 anos e não a 2/3 meses. A criação de incentivos e fomento ao empreendedorismo são medidas chave para a fixação de ‘cérebros’ em Portugal, evitando a sua saída para outros países.

    • Paulo Pereira da Silva

      Paulo Pereira da Silva

      Presidente

      Simplificar os processos administrativos associados aos sistemas de apoio à Inovação.

    • Pedro Carneiro

      Pedro Carneiro

      Contribuir para a inculcação de uma mentalidade aberta ao risco, mas com as garantias do crivo da meritocracia, ao mesmo tempo que assegura as condições educativas universais, sejam elas prestadas pelo setor, público, privado ou cooperativo. A justiça fiscal é também fundamental.

    • Peter Villax

      Peter Villax

      Administrador

      Associar benefícios fiscais à inovação nas empresas, medida com métricas sólidas e válidas, no domínio dos outputs (os inputs).

    • Rogério Carapuça

      Rogério Carapuça

      Incentivos fiscais designadamente a start-ups;

    • Rui Paiva

      Rui Paiva

      Presidente

      Deixar a economia funcionar e focar o “novo QREN” só e para projetos com base em PRODUTO e de cariz GLOBAL

    • Salvador Guedes

      Salvador Guedes

      Incluir como elegíveis em sede de SIFIDE atividades de inovação derivadas de projetos de I&D que tenham sido considerados elegíveis ao abrigo do mesmo programa; Fomentar a criação de iniciativas de tração tecnológica, criando incentivos para Grandes Empresas que estabeleçam parcerias com PMEs no âmbito da realização de projetos de I&D e Inovação; Incluir, no sistema de avaliação do mérito dos investigadores, um indicador da contribuição real do conhecimento produzido para a economia. Este indicador deveria ser compósito, incluindo a medição objetiva do ganho incorporado relativamente ao investimento incorrido e ainda a perceção do valor intangível gerado, a ser determinada por um painel de empresários. Definir até ao final do 1º trimestre de 2014 o quadro nacional de incentivos para o período 2014-2020, estabelecendo o programa de fomento a estratégias de eficiência coletiva como os clusters. Dado o foco acrescido do programa Horizonte 2020 na inovação, é crítico estabelecer urgentemente gabinetes de apoio à participação das empresas nacionais em programas de financiamento europeus com, pelo menos, um gabinete em cada NUTII, aptos a orientar, esclarecer e apoiar candidaturas de empresas nacionais ao Horizonte 2020, em sinergia com outros instrumentos europeus (como a PAC-pós 2013 e a OCM, por exemplo).

    • Zita Martins

      Zita Martins

      1. Aumento do investimento na Ciencia e Educação. No documento “Education at a Glance 2012”, a OCDE defende uma maior aposta dos governos na educação, até porque os Estados poderão ter um retorno quatro vezes maior ao investimento nesta área. 2. Aumento dos incentivos fiscais para negócios de I&D, e ligações indústria-universidades. Os incentivos fiscais foram referidos em Junho passado por membros do nosso governo. É fundamental passar à práctica. http://www.publico.pt/sociedade/noticia/governo-quer-dar-beneficios-fiscais-a-empresas-que-contratem-doutorados-1598089 2.Portugal entre os países da OCDE com menos licenciados.

  • 2. Indique quais foram, em sua opinião, os principais factos ocorridos no último semestre que influenciaram a política de inovação em Portugal.

    • Joana Vasconcelos

      Joana Vasconcelos

      O último semestre fica infelizmente marcado por um factor decisivo, mas tremendamente negativo: a recente instabilidade política e todas as consequências que daí advirão.

    • Alcino Lavrador

      Alcino Lavrador

      Presidente Executivo

      Infelizmente a situação económica que o país continua a atravessar não deixa de ter um impacto decisivo e negativo nas diversas dimensões da política de inovação em Portugal. Para além da austeridade e do agravamento fiscal que provocam menor procura, o clima de incerteza e angústia que se instalou, cria uma enorme barreira a uma aposta mais forte no investimento em inovação, que exige um esforço persistente e disponibilidade de recursos.

    • Ana Moutela

      Ana Moutela

      Directora-Geral

      A criação da Rede Nacional de Mentores é uma iniciativa bastante interessante, lançada em 2013, e que tem como objectivo reunir mentores e empreendedores, o que poderá impulsionar significativamente a criaçao de novas oportunidades de negócio. De realçar também o forte empenho do Programa +E +I no apoio ao lançamento de Startups, patente no ACE acceleration Programme e nos estimulos à contratação de trabalhadores.

    • António Melo Pires

      António Melo Pires

      Director-Geral

      Nada relevante.

    • António Murta

      António Murta

      Managing Director

      + Aprovacao pela FDA do medicamento da BIAL + Contrato OEM da Cisco com a PT Inovacao + Afirmacao da Visionbox como Category Killer de Automacao de Aeroportos + Directiva Comunitaria de Etendering aprovada pelo Parlamento Europeu + Volume e Qualidade do Dealflow de IT em Portugal - Numero de Bolsas Doc e Pos-doc disponiveis + Programa H2020 - Smart Regional Strategies + Alteracao das regras do QREN - parte reembolsavel

    • António Vidigal

      António Vidigal

      Presidente do Conselho de Administração

      Considero relevante que um conjunto de empresas de Capital de Risco públicas e privadas tenham atingido a maturidade e que lhes tenha sido atribuída a gestão de fundos públicos. Um conjunto de incubadores/ aceleradoras de empresas têm igualmente conseguido um papel relevante na promoção de novas empresas inovadores.

    • Carlos Faro

      Carlos Faro

      Presidente Conselho de Administração

      A aposta governamental na investigação aplicada e a decisão de redireccionar os fundos comunitários para as empresas em vez dos municípios

    • Francisco Veloso

      Francisco Veloso

      Director

      Penso que um dos fatos mais importantes foi a retoma económica do país que, embora ainda tímida, surge de forma cada vez mais clara. Esta retoma é importante para inverter a queda de investimento empresarial em I&D e inovação que se tem vindo a verificar nos últimos anos. O segundo é o estabelecimento do Horizonte 2020, e do enquadramento de Portugal no contexto deste novo programa da união, na medida em que este vai enquadrar os principais programas e instrumentos de apoio à inovação durante os próximos 6 anos.

    • Gonçalo Quadros

      Gonçalo Quadros

      CEO

      Mais do mesmo. Desinvestimento, cortes transversais e a direito, doses massivas de austeridade que arrasam indescriminadamente, ou eja, que não destinguem o bom do mediocre. O tempo passa, e a sensação é que muitos dos que deviam estar na linha da frente da batalha, já desistiram.

    • Isabel Mota

      Isabel Mota

      Administradora

      1) Baixa confiança o que diminui o nível de investimentos; 2) Percepção dos limites do Estado Social; 3) Acentuar do "braindrain" de forma crítica.

    • João Caraça

      João Caraça

      Director

      O discurso obsessivo e a prática cumulativa de medidas de austeridade.

    • José Joaquim de Oliveira

      José Joaquim de Oliveira

      Presidente

      De novo o clima de contracção e incerteza que se tem vivido em Portugal e na Europa o nosso espaço económico principal. Apesar disso, é positiva a manutenção dos apoios públicos existentes, muito embora escassos, bem como a capacidade de resistência das empresas portuguesas sobreviventes ao período difícil que se tem vivido.

    • José Manuel dos Santos

      José Manuel dos Santos

      Design Director

      A realização do Lisbon Challenge e conferência Explorers organizados pela Beta-i em Novembro de 2013 foi certamente um momento alto no panorama do empreendedorismo em Portugal. O Lisbon Challenge juntou à mesa vários parceiros de diferentes sectores e através de uma campanha de comunicação verdadeiramente global conseguiu colocar Lisboa e Portugal no centro das atenções durante uma pedido de tempo suficiente para marcar o panorama mundial do empreendedorismo. A conferência Explorers foi hábil em abrir a discussão da inovação a diferentes sectores e permitiu juntar um grande número de visitantes a discutir essa inovação, os componentes para o seu crescimento, necessidades e prestações individuais. A influencia de um momento como este ainda vai levar algum tempo a demonstrar-se na política de inovação, mas acredito que tenha sido um factor relevante no posicionamento de Lisboa e Portugal como ambiente start-up de destaque.

    • Luís Portela

      Luís Portela

      Chairman

      As alterações na política de financiamento da inovação, das unidades de I&D aos bolseiros, coloca interrogações sobre eficiência das novas orientações, nomeadamente na superação das dificuldades dos sistema em valorizar adequadamente o esforço de investimento realizado. A reafirmação dum horizonte alargado para o SIFIDE até 2020 e algumas alterações positivas nas suas regras, assim como as introduzidas no Código do IRC, melhoram o conteúdo da política fiscal como instrumento de promoção do investimento, e em particular do dirigido às actividades de I&D.

    • Nicolau Santos

      Nicolau Santos

      Director-Adjunto

      Grande parte do aumento das exportações portuguesas assenta hoje em produtos e serviços onde existe inovação, quer nas empresas de tecnologias de informação, quer nas indústrias tradicionais, como têxteis e calçado, quer ainda na agro-indústria, onde empresas portuguesas têm ganho sucessivos prémios a nível internacional

    • Paulo Azevedo

      Paulo Azevedo

      CEO

      O principal fator que influenciou a política de inovação em Portugal foi o contexto de intervenção internacional em que nos encontramos. A necessidade de cumprir com o acordado com a Troika e de corrigir os desequilíbrios, tudo influencia e determina. A confirmação de redução, em 2013, de atribuição de bolsas de investigação pela Fundação de Ciência e de Tecnologia demonstra claramente o comportamento acima referido.

    • Paulo Pereira da Silva

      Paulo Pereira da Silva

      Presidente

      O contexto macroeconómico a exigir novas respostas, a impor novos desafios.

    • Pedro Carneiro

      Pedro Carneiro

      Não encontro nenhum facto que se destaque.

    • Peter Villax

      Peter Villax

      Administrador

      Não houve, a não ser alterações no SIFIDE. As políticas de benefícios teriam mais credibilidade se não mudassem tanto.

    • Rogério Carapuça

      Rogério Carapuça

      re-arranque dos programas de colaboração com as universidades dos EUA.

    • Rui Paiva

      Rui Paiva

      Presidente

      Não sei responder, não tenho visibilidade.

    • Salvador Guedes

      Salvador Guedes

      A aprovação do programa europeu Horizonte 2020 As dificuldades orçamentais do Estado Português e os objetivos estabelecidos pelo Governo para o cumprimento do programa da troika

    • Zita Martins

      Zita Martins

      A actual política influencia negativamente o crescimento económico de Portugal.

  • 3. Indique as principais inovações, a nível nacional e internacional, que mais o marcaram nos últimos 6 meses.

    • Joana Vasconcelos

      Joana Vasconcelos

      A utilização de energias alternativas (aos combustíveis fósseis) na indústria automóvel. Ainda tímidas mas assinaláveis.

    • Alcino Lavrador

      Alcino Lavrador

      Presidente Executivo

      No setor das TIC destacava a crescente digitalização da sociedade que aliada à conetividade de banda larga, cuja capacidade duplica a cada 20 meses e presente em qualquer ponto, estão a modificar a forma como trabalhamos, nos relacionamos e vivemos. A facilidade de armazenamento e acesso de dados e a utilização de software como serviço, irão remover barreiras de entrada a novas start-ups e estas multiplicar-se-ão criando as oportunidades para verdadeiras e novas revoluções. O conceito de computação em nuvem irá alargar-se a outros domínios, tirando partido de todo o poder computacional existente nos mais diversos equipamentos colocando-o em colaboração e comunicação.

    • Ana Moutela

      Ana Moutela

      Directora-Geral

      Na minha perspectiva, deve ser dado relevo às iniciativas que criam uma verdadeira cultura de empreendedorismo no nosso País, pelo que destaco as seguintes inovações dirigidas a um público maioritariamente jovem: a) Inova - Jovens Criativos, Empreendedores para o Sec. XXI, Concurso de Idéias; b) Roadshow do Projecto 80 c) Projecto Test-bed enquadrados no âmbito do Programa MIT Portugal.

    • António Melo Pires

      António Melo Pires

      Director-Geral

      A descoberta das propriedades inesperadas do grafeno. A evolução da tecnologia portátil (tecnologia para vestir). A inovação na indústria do calçado em Portugal.

    • António Murta

      António Murta

      Managing Director

      + Afirmacao dos MOOCs como ferramenta de reinvencao e extensao do papel das Universidades + IPO do Alibaba em preparacao + Nivel de inovacao tecnologica na banca e seguros + Aproximacao cada vez maior a um transistor de grafeno + Investimento da Medtronic num pancreas artificial + Biologia sintetica - e a dimensao etica da mesma + Carros inteligentes e estradas inteligentes + Intel e ARM com cada vez melhor oferta M2M - computadores completos do tamanho de uma moeda + Trabalho do Elon Musk (fundador da Tesla) + Maior awareness para o radical impacto da tecnologia na criacao de desemprego estrutural

    • António Vidigal

      António Vidigal

      Presidente do Conselho de Administração

      Considero relevante, pelas oportunidades que potencia, o desenvolvimento das Redes Sociais, que criam cada vez mais uma Sociedade em rede. Ao nível tecnológico considero relevante, nas Tecnologias de Informação, o Cloud Computing e o Big Data e a maior maturidade de plataformas de suporte à Internet das Coisa. No que refere a energia relevo o desenvolvimento de geradores eólicos “offshore” de grandes dimensões destinados ás plataformas eólicas “offshore”, o desenvolvimento crescente da tecnologia fotovoltaica e de armazenamento distribuído em baterias, utilizando tecnologias disruptivas. Relevo igualmente a maturidade crescente das “Smartgrids”.

    • Carlos Faro

      Carlos Faro

      Presidente Conselho de Administração

      A nível nacional a nova tecnologia de detecção rápida de susceptibilidade a antibióticos desenvolvida pela FASTinov. A nível internacional o mini-microcópio da Inscopix para detecção da actividade neuronal em ambiente livre, sem necessidade de imobilizar ou sacrificar animais

    • Francisco Veloso

      Francisco Veloso

      Director

      A nível internacional, as mais significativas são: - A impressora 3D, que apesar de já existir anteriormente, se popularizou significativamente no último ano –vamos poder imprimir qualquer coisa em casa a muito breve trecho - A tecnologia usável (wearable technology) entrou na consciência do consumidor de massa, com o aparecimento do Google Glass e do smart watch da Samsung. - A Bitcoin lançou a ideia de podermos ter uma moeda totalmente digital A nível nacional gostaria de destacar o prémio de inovação BES 2013, que foi para uma Nova estratégia de vacinação contra a malária, um projeto que se baseia na modificação genética de parasitas que causam malária em roedores, criando uma plataforma de vacinação segura, eficaz e versátil.

    • Gonçalo Quadros

      Gonçalo Quadros

      CEO

    • Isabel Mota

      Isabel Mota

      Administradora

      Discussão dos acordos de parceria para definição das matrizes dos novos quadros comunitários de apoio para o período 2014-2020, com forte incidência na competitividade e inovação.

    • João Caraça

      João Caraça

      Director

      Não vimos surgir nenhuma inovação radical.

    • José Joaquim de Oliveira

      José Joaquim de Oliveira

      Presidente

      A nível nacional destaque, sobretudo, para a capacidade e competência revelada por investigadores nas universidades e em algumas empresas (ainda muito poucas face ao desejável), ambos produzindo resultados interessantes, tanto no domínio científico, como na inovação industrial nas empresas. Internacionalmente destaco: • a evolução da computação cognitiva (os computadores e outros dispositivos irão aprender, raciocinar e interagir com os humanos), • a possibilidade de criação de soluções informáticas muito avançadas que permitem melhorar muitos problemas sérios da sociedade em multiplas áreas, como a saúde e o ambiente, fruto do sempre extraordinário e incansável desenvolvimento da tecnolgia de computadores, • os avanços nas técnicas de exploração de petróleo e gás que permite a extracção em situações anteriormente inacessíveis e, portanto, não exploráveis.

    • José Manuel dos Santos

      José Manuel dos Santos

      Design Director

      Possivelmente de natureza controversa, mas o impacto da atitude de um cidadão como Snowden na inovação no mundo digital e não só tem sido pouco falada mas acredito que crucial e de impacto prolongado e global. Sem fazer avaliações de caracter politico ou legal, sempre que se abre uma brecha num sistema supostamente inviolável colocam-se questões nunca colocadas e desenvolvem-se esforços para, por um lado, penetrar mais no sistema e por outro defende-lo. Esta actividade tem um grande impacto na inovação em sectores tão variados como protecção de dados, legislação entre empresas privadas e o Estado, equipamentos e plataformas mais seguras, conduta e comportamento político, relações inter países, etc.

    • Luís Portela

      Luís Portela

      Chairman

      Dois exemplos daquilo que parece ir marcar o futuro próximo: a integração entre diagnóstico, medicamentos e acompanhamento do doente num serviço que irá desenvolver a telemedicina. ?- A OMsisgal, uma companhia canadiana, integrou sensores psicológicos nos filamentos duma camisa para monitorização de saúde, com possibilidade de seguir os dados num telefone com um app. Não apenas controla a função cardíaca (um completo ECG) mas como usa métricas para rastrear 'momentos' específicos, stress ou resultado de um treino intenso; ?- A HipaaChat replicou funções FaceTime SMS num arquivo de dados HIPAA-compatível, já disponível para iOS, para permitir que os médicos possam comunicar de forma segura com outros médicos ou com seus próprios pacientes, permitindo uma nova abordagem para a telemedicina.

    • Nicolau Santos

      Nicolau Santos

      Director-Adjunto

      A compra do Whatsapp pelo Facebook

    • Paulo Azevedo

      Paulo Azevedo

      CEO

      Num âmbito mais alargado destaco a massificação de métodos de produção aditiva e as respetivas comunidades de “makers” (impressão 3 D a surgir em massa nos mais diferentes setores de atividade). Também a possibilidade de utilização comercial de drones representa uma disrupção relevante. Referência ainda para os devices de wearable computing (watches, glasses,…) e o reconhecimento de voz que poderão constituir-se como transformações importantes na revolução de interfaces entre homem e máquina. Anexo informação referente a projetos Sonae, vencedores do Sonae Companies Innovation Awards: Sonae MC (retalho alimentar): Hiper do Futuro O projeto Hiper do Futuro propõe-se acrescentar valor económico e emocional à experiência de compra, numa loja vista também como polo social e cultural. Neste sentido, o ambiente foi trabalhado para ser atraente e confortável, que estimula a experiência de compra e espelha inovação. O espaço e a comunicação das lojas Continente mereceram uma aposta revolucionária e ambiciosa. O conceito de loja revolucionário é marcado por uma organização do espaço que gera emoção, inspirado nos mercados e armazéns tradicionais, com cores neutrais e grafismos urbanos. Existiu uma aposta na comunicação ao cliente dos produtos e preços, o que melhora a experiência de compra, tornando-a mais dinâmica. Implementaram-se novos conceitos como o espaço lounge, a garrafeira e o sushi, distribuídos por uma organização espacial divida por três espaços: o core alimentar, o core não alimentar e os frescos. Este novo conceito foi implementado na loja Continente de Cascais, onde o espaço renovado oferece aos clientes melhor preço, melhor gama e melhores serviços. Sonae SR (retalho especializado): Inovação de produto da Berg Com a finalidade de afirmar a marca Berg a nível internacional e com o objetivo de reforçar a sua notoriedade, foi criado um processo de desenvolvimento de produto que culminou na produção de 5 artigos inovadores: a camisola técnica (2 BL Base layer), o casaco impermeável (Lynx Soft Shell), o saco-cama autoinsuflável (Rider 200 Sleeping bag), a meia Peugaiter (3 F Sock) e a mochila de Trail-running (Lynx 10 +5 _CS2). Resultam de vários fóruns de inovação internos e externos contando com o apoio de toda a equipa da Discovery Sports, fornecedores e instituições externas. Sonaecom (Telecomunicações, media e SSI): Beta User Group A Optimus desenvolveu uma plataforma interna para alavancar o desenvolvimento de ideias, protótipos e produtos e serviços. A plataforma integra uma base de colaboradores, amigos e familiares disponíveis para avaliar e dar feedback sobre os vários projetos, permitindo realizar testes de mercado e análises prévias de modo rápido e eficaz, reduzindo custos. O funcionamento da plataforma é simples e prático. Os responsáveis pelos projetos submetem pedidos para “utilizadores de teste” com perfis específicos, recebendo dos colaboradores inscritos na plataforma as suas manifestações de interesse, bem como dos seus amigos e familiares que considerem adequados. O feedback é depois recebido através de questionários online, reuniões individuais, reuniões de grupo online, testes ao vivo, entre outros. Sonae Sierra: PromoFans® PromoFans ® é um programa que está a mudar profundamente a forma como a Sonae Sierra interage com os seus visitantes e lojistas. É uma plataforma que permite aos visitantes ter conhecimento e acesso, em tempo real, a todas as promoções disponíveis no seu Centro Comercial. Esta plataforma desmistifica a fronteira entre o comportamento online e offline, pois permite aos consumidores fazer compras com descontos online e, de seguida, comprar offline no Centro Comercial. O seu interface multi-acesso permite que toda a informação seja acedida através do site, do Facebook, de qualquer smartphone ou do balcão de informações do Centro Comercial. Permite também que os lojistas enviem promoções a qualquer hora e em qualquer lugar. No final, PromoFans ® constitui um novo, único e muito poderoso canal de comunicação e ativação de vendas. MDS: Proximity Proximity é uma aplicação inovadora, exclusiva para Clientes MDS e única no mercado. Possibilita acesso online 24x7x365, a todo o portfolio de seguros do Cliente, permanentemente atualizado e disponível, à distância de um click. Mais do que um portal, o Proximity revolucionou a forma de comunicação e de relacionamento entre a MDS e os seus Clientes. A MDS promove, continuamente, uma política de inovação que cria desafios constantes a ideias tradicionais. O desenvolvimento do Proximity resulta do extenso know-how de seguros e gestão e risco, de um profundo conhecimento das novas tecnologias, e de um imenso trabalho e diálogo com os Clientes. Sonae Indústria: Lab Grade Compact O Lab Grade Compact é um laminado compacto no qual o papel decorativo tem um filme decorativo especial, sujeito a uma cura com feixes de eletrões (Electron Beam Curing - EBC), que lhe confere propriedades altamente resistentes a produtos químicos. O papel kraft, que é a principal matéria-prima deste produto, é impregnado com uma nova resina fenólica especialmente desenvolvida para conferir uma resistência à humidade de alta performance. Os papéis são prensados em alta pressão e temperatura, resultando num produto compacto, não poroso, homogéneo que alia características decorativas a uma elevada resistência aos agentes químicos agressivos e contaminantes. Com uma grande resistência mecânica, boa estabilidade dimensional, durabilidade, o Compacto Lab Grade não tem qualquer impacto adverso sobre o ambiente sendo também muito higiênico e fácil de limpar e manter. Sonae Capital: BuildOne O BuildOne tem como objetivo a redução do consumo energético em todo o tipo de edifícios, sendo particularmente vantajoso para empresas que tenham de gerir um largo portfólio de edifícios geograficamente separados. O BuildOne conecta-se aos sistemas de Gestão Técnica e sistemas de medição de consumos dos edifícios e partilha informação com outras aplicações empresariais, contribuindo com melhorias ao nível da eficiência em edifícios e com indicações sobre o seu desempenho através de um vasto leque de indicadores de benchmarking e de alertas de desvio face a objetivos de consumo pré-definidos.

    • Paulo Pereira da Silva

      Paulo Pereira da Silva

      Presidente

      A notícia internacional do primeiro hamburger totalmente desenvolvido em laboratório.

    • Pedro Carneiro

      Pedro Carneiro

      Voltando à minha experiência pessoal: em 2012 estive envolvido na criação e prototipagem final de várias inovações de dois instrumentos musicais a que me dedico: a marimba e o vibrafone. Estão a ser realizadas com várias equipas de R&D, nos EUA, China e Holanda. Nas várias visitas de R&D que tenho feito, é bom sentir que estes dois avanços tecnológicos/artísticos nasceram em Portugal e que a imagem transmitida é a de um país moderno, imbuído de uma tradição quase milenar. Do mesmo modo, em parceria com o artista Leonel Moura, na OCP, lançamos o PRO, incluído no nosso programa OCParte. O PRO é um conjunto de robôs que pintam uma tela estimulados pela música que é produzida nesse momento. Neste momento já produzimos duas telas ao som da nona e terceira sinfonias de Beethoven, em concerto da OCP e a partir de 16 de fevereiro de 2014, começamos com as telas do Espírito Haydn. Estas telas destinam-se à venda para captação de recursos da OCP. Somos os primeiros no mundo a produzir tal inovação, pelo que destaco esta iniciativa como única no panorama artístico internacional, que nos empresta o maior orgulho e esperança na adesão de potenciais filantropos que se tornem nossos mecenas, investindo na compra destas telas.

    • Peter Villax

      Peter Villax

      Administrador

      Sobretudo desenvolvimentos em Cloud computing e Big Data. A exploração de bases de dados gigantescas, com as ferramentas que estão agora disponíveis, vão-nos permitir descobrir relações muito valiosas nos dados que temos armazenados nas nossas empresas, quer ao nível industrial e tecnológico, quer ao nível de dados de mercado.

    • Rogério Carapuça

      Rogério Carapuça

    • Rui Paiva

      Rui Paiva

      Presidente

      A revolução dos DADOS e a exploração dos mesmos (BIG DATA)

    • Salvador Guedes

      Salvador Guedes

      Sistema de conservação de vinho em garrafas a uso CORAVIN, utiliza um sistema de recuperação do vinho numa garrafa por uma agulha, injetando um gás inerte (árgon) no espaço vazio da garrafa, o que conserva o vinho restante exatamente nas condições iniciais por várias meses. Serviço virtual de apoio à modelização sensorial do aroma dos vinhos NYSEOS Kallosmé, consiste num programa baseado numa página da Internet onde se pode modelizar e simular o aroma de um vinho, testando diferentes combinações e elaborando imagens e estatísticas que permitem comunicar o aroma do aroma do vinho entre profissionais e entre estes e os consumidores. Google Glass, dispositivo semelhante a um par de óculos, que fixados num dos olhos, disponibiliza uma pequena tela acima do campo de visão. A pequena tela apresenta ao seu utilizador mapas, opções de música, previsão do tempo, rotas de mapas, e além disso, também é possível efetuar chamadas de vídeo ou tirar fotos de algo que se esteja a ver e compartilhar imediatamente através da Internet. Impressoras 3D de uso pessoal, impressoras que permitem criar e copiar objetos, mediante modelos digitais num processo conhecido como prototipagem rápida ou fabricação aditiva.

    • Zita Martins

      Zita Martins

      1. As dez start-ups portuguesas mais promissoras: http://p3.publico.pt/actualidade/economia/5900/dez-start-ups-portuguesas-mais-promissoras 2. Jovem português premiado com tese sobre válvula mitral para o coração http://p3.publico.pt/actualidade/ciencia/8394/jovem-portugues-premiado-com-tese-sobre-valvula-mitral-para-o-coracao 3. Universidade de Lisboa em 2º lugar no ranking iberoamericano da producao cientifica. http://www.publico.pt/sociedade/noticia/universidade-de-lisboa-em-2%C2%BA-lugar-no-ranking-iberoamericano-da-producao-cientifica-1622545 4. Women Win Win: um site para unir mulheres empreendedoras http://p3.publico.pt/actualidade/economia/9741/women-win-win-um-site-para-unir-mulheres-empreendedoras 5. Agricultores aderem ao Prove, projeto de entrega direta de produtos ao consumidor http://sicnoticias.sapo.pt/pais/2013-05-22-agricultores-aderem-ao-prove-projeto-de-entrega-direta-de-produtos-ao-consumidor;jsessionid=82FF5674610B90317D5FAB1E90E6C8D9 6. Três jovens foram distinguidos com o Prémio Jovem Cientista pela Fundação Intel na recente edição da Intel International Science and Engineering Fair, a maior competição de investigação do mundo no ensino secundário que este ano atribuiu prémios no valor de 75 mil dólares (cerca de 58 mil euros) ao primeiro lugar (Ionut Budisteanu) e de 50 mil dólares (cerca de 39 mil euros) à segunda e terceira posições (Eesha Khare e Henry Lin). http://p3.publico.pt/actualidade/ciencia/8022/ela-descobriu-como-carregar-telemovel-em-20-segundos

  • 4. Indique quais são, em sua opinião, os principais factores que:

    • Joana Vasconcelos

      Joana Vasconcelos

    • Alcino Lavrador

      Alcino Lavrador

      Presidente Executivo

    • Ana Moutela

      Ana Moutela

      Directora-Geral

    • António Melo Pires

      António Melo Pires

      Director-Geral

    • António Murta

      António Murta

      Managing Director

    • António Vidigal

      António Vidigal

      Presidente do Conselho de Administração

    • Carlos Faro

      Carlos Faro

      Presidente Conselho de Administração

    • Francisco Veloso

      Francisco Veloso

      Director

    • Gonçalo Quadros

      Gonçalo Quadros

      CEO

    • Isabel Mota

      Isabel Mota

      Administradora

    • João Caraça

      João Caraça

      Director

    • José Joaquim de Oliveira

      José Joaquim de Oliveira

      Presidente

    • José Manuel dos Santos

      José Manuel dos Santos

      Design Director

    • Luís Portela

      Luís Portela

      Chairman

    • Nicolau Santos

      Nicolau Santos

      Director-Adjunto

    • Paulo Azevedo

      Paulo Azevedo

      CEO

    • Paulo Pereira da Silva

      Paulo Pereira da Silva

      Presidente

    • Pedro Carneiro

      Pedro Carneiro

    • Peter Villax

      Peter Villax

      Administrador

    • Rogério Carapuça

      Rogério Carapuça

    • Rui Paiva

      Rui Paiva

      Presidente

    • Salvador Guedes

      Salvador Guedes

    • Zita Martins

      Zita Martins

  • a). Estimulam o empreendedorismo em Portugal

    • Joana Vasconcelos

      Joana Vasconcelos

      Desconheço.

    • Alcino Lavrador

      Alcino Lavrador

      Presidente Executivo

      • A necessidade provocada pela falta de emprego; • A crescente qualificação académica de desempregados que procuram uma saída para a situação em que se encontram, nalguns casos em áreas completamente distintas da área natural de formação; • Alguns exemplos de empreendedores bem-sucedidos no plano nacional e mundial; • Menores custos à entrada e barreiras tecnológicas mais baixas para manter uma atividade.

    • Ana Moutela

      Ana Moutela

      Directora-Geral

      Num País essencialmente constituido por pequenas e médias empresas, revestem particular importancia os estimulos fiscais ao empreendorismo. Neste sentido, as recentes medidas de alteração ao beneficios fiscais para sujeitos passivos de IRC no ambito do Investimento produtivo e incentivos à Investigação e desenvolvimento empresarial são um sinal positivo e refletem uma tendência governativa de apoio ao empreendorismo.

    • António Melo Pires

      António Melo Pires

      Director-Geral

      O Estado deve-se retirar da actividade económica e promover políticas de concorrência num mercado aberto.

    • António Murta

      António Murta

      Managing Director

      + Necessidade + O exemplo do crescimento das exportacoes em sectores tradicionais + A importancia da lusofonia - nova lingua do petroleo

    • António Vidigal

      António Vidigal

      Presidente do Conselho de Administração

      Começam a surgir empreendedores portugueses de sucesso, que servem de exemplo e de estímulo às novas gerações, que já não têm como maior ambição fazer carreira numa grande empresa, preferindo frequentemente, projectos pessoais. A crise económica estimulou, também, a necessidade de criar o próprio emprego quer a recém licenciados que a quadros experientes.

    • Carlos Faro

      Carlos Faro

      Presidente Conselho de Administração

      Falta de oportunidades de emprego e um gosto genuíno pelo país que ainda atrai algum talento e previne a saída de mais cerebros.

    • Francisco Veloso

      Francisco Veloso

      Director

      - Existência de um conjunto cada vez mais significativo de investigadores com capacidades técnicas e investigação científica de ponta. - Prémios reconhecidos de apoio a projetos inovadores com cariz empreendedor (eg. BES Inovação; EDP Inovação) - Várias incubadoras e aceleradoras no país com uma ideia clara do seu papel no estímulo ao empreendedorismo (eg. Star-up Lisboa, Fábrica de Startups, a minha própria escola, a Católica-Lisbon) - Clubes/Iniciativas de Empreendedorismo nas universidades

    • Gonçalo Quadros

      Gonçalo Quadros

      CEO

      1) Educação e qualificação. 2) Disseminação de exemplos bem sucedidos de empresas inovadoras com dimensão global, para promover a ambição. 3) Modelos de financiamento que garantam capacidade de suporte dos projectos empreendedores.

    • Isabel Mota

      Isabel Mota

      Administradora

      1) Criação e crescimento de plataformas para incubação e desenvolvimento de projectos de empreendedorismo. 2) Fomento do empreendedorismo a nível universitário; 3) Novos mecanismos de financiamento 4) Clima favorável ao empreendedorismo, nas suas múltiplas vertentes, desde o sistema de ensino ao papel das autarquias.

    • João Caraça

      João Caraça

      Director

      abertura, interacções sistemáticas, capital de risco.

    • José Joaquim de Oliveira

      José Joaquim de Oliveira

      Presidente

      • O ambiente e o espírito criativo que transparece e se sente no meio em que as pessoas se desenvolvem, sejam, as escolas, as empresas, as cidades e o país. • A necessidade. • A educação que ensina, presdispõe e dá confiança na acção de empreender.

    • José Manuel dos Santos

      José Manuel dos Santos

      Design Director

      Um país moderado, com bons acessos físicos e virtuais, com gente capaz e bonita.

    • Luís Portela

      Luís Portela

      Chairman

      Algumas características culturais ligadas ao espírito de iniciativa em situações de adversidade; Desenvolvimento de iniciativas e redes de carácter cooperativo, de que é exemplo a COTEC; Algum espaço mediático de valorização de novas competências, de aprendizagem ao longo da vida, de bons exemplos no domínio da ciência e de empresas de base tecnológica, como estímulo a novos comportamentos.

    • Nicolau Santos

      Nicolau Santos

      Director-Adjunto

      A crise, que leva pessoas desempregadas a tentarem criar a sua própria empresa

    • Paulo Azevedo

      Paulo Azevedo

      CEO

      Numa escala micro é a necessidade. Num contexto recessivo como o atual onde as oportunidades escasseiam, a muitos não resta outra alternativa que não seja a via do empreendedorismo. Num contexto macro são a necessidade e a curiosidade que aguçam o engenho. As vantagens competitivas são cada vez mais subtis; as organizações que sobrevivem são aquelas que mais rapidamente se adaptam. Empreender, ser inovador e antecipar as necessidades dos clientes é hoje um fator crítico de sucesso para pequenas e grandes empresas.

    • Paulo Pereira da Silva

      Paulo Pereira da Silva

      Presidente

      A crise e a vontade de a ultrapassar, a melhoria na educação e a qualificação dos cidadãos, a disseminação de exemplos de sucesso.

    • Pedro Carneiro

      Pedro Carneiro

      Tenho de repetir a minha resposta passada: Uma aposta fortíssima numa cultura de Cultura, de identidade. Já o tinha referido em Janeiro de 2012 e reitero: é urgente fomentar uma política de excelência e meritocracia, de forma a que exista – a um nível macro e micro – uma gestão eficaz (refiro-me ao Estado), uma promoção dos melhores, mais empreendedores, mais enérgicos e criativos. São esses sim, que com a devida visibilidade podem ajudar a disseminar a semente da inovação e sucesso.

    • Peter Villax

      Peter Villax

      Administrador

      Não há. Quer a cultura, quer as leis abafam o empreendedorismo, mesmo quando, paradoxalmente, pretendem apoiá-lo.

    • Rogério Carapuça

      Rogério Carapuça

      Para alem da aposta das universidades e outras organizações não governamentais de apoio ao empreendedorismo não ha alterações relevantes.

    • Rui Paiva

      Rui Paiva

      Presidente

      A NECESSIDADE (falta de emprego) que estimula o ENGENHO

    • Salvador Guedes

      Salvador Guedes

      Retorno dos capitais investidos. Realização pessoal. A I&D para a construção e inovação permanente de marcas, numa perspetiva de diferenciação sustentada. O património cultural rico e único. Os recursos endógenos, principalmente os exclusivos. A disponibilidade de mão-de-obra qualificada. As dinâmicas de rede e a partilha de recursos.

    • Zita Martins

      Zita Martins

      1. Investimento a nível de Ciência, Tecnologia e Inovação. 2. Investigação de excelência nas Universidades e Centros de I&D conduz à investigação em áreas criativas e inovadoras, mantendo um nível de rigor elevado. 3. Incentivos fiscais e ligações indústria-universidades.

  • b). Dificultam o empreendedorismo em Portugal.

    • Joana Vasconcelos

      Joana Vasconcelos

      Gosto pelo risco, falta de organização e ambição, burocracia, corrupção, lentidão e ineficácia da justiça.

    • Alcino Lavrador

      Alcino Lavrador

      Presidente Executivo

      • A elevada carga fiscal; • Falta de uma cultura de risco; • Ausência da tónica empreendedora nos percursos académicos; • Dificuldades no acesso a capital de risco.

    • Ana Moutela

      Ana Moutela

      Directora-Geral

      No seguimento do ano anterior, continuamos a sentir uma enorme falta de recursos e uma grande dificuldade de captação de capitais e obtenção de empréstimos, por um lado e por outro, a inexistência de uma cultura de empreendedorismo continua a dificultar a criação de sinergias e de envolvimento em projectos de inovação.

    • António Melo Pires

      António Melo Pires

      Director-Geral

      Burocracia, falta de verdadeiro capital de risco.

    • António Murta

      António Murta

      Managing Director

      - Falta de VC Funds na area das Ciencias da Vida - Ainda a qualidade da justiça - morosidade - Ainda a falta da imagem de Portugal como País de Conhecimento - Falta de early-adopters na area de Medtech / Healthtech

    • António Vidigal

      António Vidigal

      Presidente do Conselho de Administração

      O País mantém uma cultura de aversão ao risco e de não tolerância do erro, não existindo, ainda, uma verdadeira cultura de empreendedorismo. Embora tenha melhorado, existe ainda deficiência de disponibilidade de Capital de Risco.

    • Carlos Faro

      Carlos Faro

      Presidente Conselho de Administração

      Questões culturais e sociais, e uma grande dependência de fundos comunitários que neste periodo de transição entre programas quadro se nota de forma mais aguda

    • Francisco Veloso

      Francisco Veloso

      Director

      - A dificuldade de acesso e custo de capital para as empresas, em especial na fase inicial antes de a empresa ter maturidade para mobilizar venture capital; - Baixa qualificação e conhecimento específico da população, que limita o potencial das iniciativas empreendedoras - Elevadíssima carga fiscal no país para pessoas e empresas.

    • Gonçalo Quadros

      Gonçalo Quadros

      CEO

      1) Uma cultura de aversão ao risco e de forte dependência de terceiros na nossa vida activa. Isso altera-se estabelecendo referências (os exemplos), qualificando, orientando o ensino superior à resolução de problemas, formando auto-estima e ambição nos mais jovens. 2) O clima de incerteza, indecisão e desilusão, que a crise em Portugal e na Europa nos trouxe, torna maior a aversão ao risco, aumenta o desânimo, instala a desmotivação e falta de energia.

    • Isabel Mota

      Isabel Mota

      Administradora

      1) Fraca cultura empreendedora e deficiente participação cívica. 2) Débil educação para o empreendedorismo nas escolas; 3) Deficiente estruturação dos sistemas de financiamento; 4) Falta de apoio em caso de insucesso. 5) Fragilidade do enquadramento legal das empresas sociais

    • João Caraça

      João Caraça

      Director

      austeridade, conformismo, ignorância.

    • José Joaquim de Oliveira

      José Joaquim de Oliveira

      Presidente

      • Escassês de apoios na fase inicial do desenvolvimento (logística, concepção e estruturação de projectos, de planos, de ideias, etc) • Dificuldades na atracção de investimentos, sobretudo porque as fontes ainda são insuficientes. • Ambiente económico adverso • Mercado interno em dificuldades obriga a ir para fora muito cedo.

    • José Manuel dos Santos

      José Manuel dos Santos

      Design Director

      Falta de planeamento, falta de coordenação na implementação de medidas, pouca transparência na gestão de soluções de interesse nacional.

    • Luís Portela

      Luís Portela

      Chairman

      Existência dum ambiente económico em Portugal e na Europa fortemente negativo, com quebras continuadas da procura privada e pública, com tradução em quebras ou forte diminuição do ritmo de crescimento do PIB, bem como a forte redução do investimento privado e público, nomeadamente nas actividades com forte articulação entre a iniciativa empresarial privada e os níveis de investimento público. Dificuldades de articulação entre competências científicas e de gestão nos projectos empresariais de forte pendor em conhecimento. Escassos mecanismos de estímulo articulando acesso ao crédito e ao capital de risco nas start-ups. Necessidade de estímulos persistentes na difusão do espírito empreendedor ao nível dos sistemas de ensino.

    • Nicolau Santos

      Nicolau Santos

      Director-Adjunto

      A burocracia, a falta de capital próprio, a ausência de conhecimentos suficientes, o desconhecimento da concorrência, a incapacidade de fazer alianças, a falta de ligação ás universidades para resolver problemas

    • Paulo Azevedo

      Paulo Azevedo

      CEO

      Estruturas curriculares pouco vocacionadas para o empreendedorismo privilegiando a formação teórica e o estágio em detrimento da construção do negócio próprio colocam no mercado de trabalho mais ”colaboradores por conta de outrem” do que empreendedores. A ausência de uma cultura de risco e empreendedorismo associada às dificuldades de financiamento através do acesso a capital de risco são os principais inibidores do empreendedorismo em Portugal. Condições de contexto: legislação e fiscalidade são ainda hoje entraves a qualquer esfoço empreendedor em Portugal.

    • Paulo Pereira da Silva

      Paulo Pereira da Silva

      Presidente

      Uma cultura ainda generalizada avessa ao risco e pouco tolerante com o insucesso.

    • Pedro Carneiro

      Pedro Carneiro

      Todos os fatores negativos que inclui nas respostas anteriores, assim como a projeção mediática de projetos premiados erroneamente considerados empreendedores ou inovadores, como recentemente sucedeu na área da música. O nepotismo é o principal fator de esclerosamento nacional, que vem retardando a afirmação do nosso trabalho. Porém, vamos conseguindo ultrapassar esta lacuna do caráter português com muita dificuldade, procurando-o afastar dos nossos dias, e sempre o horizonte da desistência.

    • Peter Villax

      Peter Villax

      Administrador

    • Rogério Carapuça

      Rogério Carapuça

      mantem-se comentarios de 2013.

    • Rui Paiva

      Rui Paiva

      Presidente

      A carga Fiscal e o “stamp” negativo para quem tenta e falha …não é nunca visto como quem “tenta”, mas como quem “falhou”

    • Salvador Guedes

      Salvador Guedes

      A dificuldade de financiamento. A escassez de marcas fortes de nível global. A discriminação entre Grandes Empresas e PME, nomeadamente a inexistência de estratégias de promoção de tração empresarial a nível nacional e internacional que potenciem sinergias económicas e de internacionalização. A progressiva diminuição de competências básicas pelas novas gerações. A incoerência regulamentar que ora onera o empreendedor com excessos burocráticos, ora o desprotege por falta de regulamentação adequada à sua atividade económica. A reduzida eficiência da administração pública. A falta de alinhamento da produção do sector científico com as necessidades do sector empresarial. A perda de capital humano qualificado para outros países. A injustiça e incoerência fiscais. A aversão ao risco

    • Zita Martins

      Zita Martins

      1. Demasiada legislação a nível de registo de patentes; os custos a nível da União Europeia são também muito mais elevados do que nos Estados Unidos; 2. Falta de comunicação e contacto entre Empresas e Universidades. Por exemplo, empresas na área do desenvolvimento de tecnologia espacial reconhecem que a falta de formação universitária está a dificultar a contratação de mão-de-obra.

  • 5. Eu, português. Que país gostaria de ter em 2033? Quais os principais elementos do seu roadmap de acção?

    • Joana Vasconcelos

      Joana Vasconcelos

      Gostaria de ter um país que apostasse mais na Arte Pública.

    • Alcino Lavrador

      Alcino Lavrador

      Presidente Executivo

      Um país respeitado e respeitador nos valores principais da vida com igualdade de oportunidades no acesso a educação e saúde, onde os jovens podussem optar de livre vontade por fazer uma carreira profissional satisfazendo as suas motivações, no país ou no estrangeiro, e não serem forçados. Um país onde os mais idosos pudessem colocar a sua experiência e conhecimento à disposição da sociedade.

    • Ana Moutela

      Ana Moutela

      Directora-Geral

      Em 2033 gostaria de encontrar uma sociedade com uma capacidade empreendedora generalizada, comprometida com práticas de qualidade e que estimule a inovação, como resultado duma mudança geracional de cultura. Encontrar um País avançado, justo e equilibrado, com um renovado tecido empresarial, estruturas produtivas modernizadas e apostado na internacionalização da economia no seu conjunto.

    • António Melo Pires

      António Melo Pires

      Director-Geral

      A nível da educação: 100% população da geração dos próximos 20 anos com 13 anos de escolaridade. ( 50% destes com formação a nível tecnológico). 50% da população da geração dos próximos 20 anos com formação nos vários graus do ensino superior. Aposta nos vários níveis de ensino tecnológico em colaboração com as empresas. Aposta na inovação promovendo trabalhos de desenvolvimento com Startup's.

    • António Murta

      António Murta

      Managing Director

      - Gostava que o meu pais fosse orientado cada vez mais para fora : 50% do PIB em Exportacoes ; grande parte das empresas PSI-20 fortemente exportadoras - Um pais de Educacao Continua - em que e NORMAL TODOS estudarem durante toda a vida ; incentivos pessoais nesse sentido (passar a mensagem) - Um pais com imagem excepcional em TICE e em SAUDE - localizacao por defeito de investimento das majors (disponibilidade de talento disponivel a precos razoaveis e bem treinado) - Um pais visto como exemplo de MEDICINA CONTINUADA e de gestao da doenca cronica

    • António Vidigal

      António Vidigal

      Presidente do Conselho de Administração

      Em 2033 gostaria de ter um País à imagem de um país Escandinavo com ética rigorosa e em que a corrupção é mínima. À imagem da Finlandia, Portugal, embora tenha pequena dimensão, poderá ter um forte impacto ao nível da inovação, o que será conseguido à custa de um sistema de educação mais informal e eficiente como é o caso na Finlândia. A Sociedade Civil terá progressivamente um papel mais relevante no País. No roadmap desta acção estão a melhoria do nosso sistema de Justiça, a melhoria progressiva do sistema de Educação e uma grande ligação entre a Universidade e a Industria, criados inicialmente em torno de projectos nacionais prioritários que possibilitem a criação de alguns “clusters” marcados pela excelência. Em 2030 100% da energia utilizada em Portugal será renovável, e Portugal exportará para a Europa excedentes de energia renovável, uma parte dela éolica “offshore” de águas profundas. Em 2030 a “Google da energia” será portuguesa e venderá tecnologia em todo o Mundo.

    • Carlos Faro

      Carlos Faro

      Presidente Conselho de Administração

      Em 2033 gostava de ver reconhecido o meu país como um local privilegiado para viver pela qualidade do clima e dos seus recursos naturais, pelo afecto da população e pela sua economia baseada no conhecimento

    • Francisco Veloso

      Francisco Veloso

      Director

      Gostaria de ter um país que está no top 5 da europa na geração de gazelas- empresas jovens (com menos de 5 anos) de elevado crescimento. Se tivermos esta capacidade, estaremos decerto entre as economias mais competitivas do mundo. Orientaria a política e os instrumentos de apoio para alcançar este objetivo.

    • Gonçalo Quadros

      Gonçalo Quadros

      CEO

      Gostaria que consguissemos uma sociedade mais igual, mais justa, capaz de da dar oportunidades, as mesmas oportunidades, a todos. Gostaría que conseguissemos alcançar o que é o modelo Nórdico hoje. A aposta decisiva para o conseguir é a aposta na Educação. Uma escola inclusiva, uma escola pública, uma escola que tem de se constituir como um designio nacional. Uma escola que qualifique, uma escola que construa valores e construa uma cultura que promova o colectivo (em oposição ao que vulgarmente designamos "chico-espertismo")

    • Isabel Mota

      Isabel Mota

      Administradora

    • João Caraça

      João Caraça

      Director

      Um país livre e democrático, em que a justiça e o bem-estar social sejam a prioridade.

    • José Joaquim de Oliveira

      José Joaquim de Oliveira

      Presidente

      Desejo de ter um país, que alie às suas valências actuais, uma economia equilibrada e estável, uma sociedade justa e inclusiva onde a pobreza seja apenas um trauma do passado, um país moderno, seguro, atractivo e exemplar na preservação do planeta e dos recursos naturais. Um roadmap possível deverá passar, em linhas gerais, pelo seguinte(a ordem é arbitrária): 1) Recuperar a economia no “balanço” do fim do programa de ajustamento, designadamente através da utilização inteligente e séria dos apoios à disposição. 2) Aposta clara e inequívoca nas exportaçães visando o objectivo minimo de 65% do PIB na data definida. 3) Investimento na diplomacia económica, dar a conhecer o país e seus factores de atractividade, definir mercados alvos agir com determinação na captação de IDE. 4) Escolha de sectores de aposta e seu desenvolvimento através da inovação. 5) Apoio da inovação, da I&D e do empreendorismo. 6) Estimulos ao desenvolvimento do mercado interno. 7) Aposta em fontes de energia sustentáveis e amigas do ambiente. 8) Plano de protecção e exploração equilibrada de recursos naturais essenciais, como a água e as florestas. 9) Exploração dos tão falados sectores associados ao mar e aos oceanos, tirando partido de uma “vantagem competitiva” de Portugal continuamnete adiada. 10) Politicas de criação de emprego acompanhando o desejável desenvolvimento global do país. 11) Reposição de condições de vida equilibradas e justas para os reformados e terceira idade. 12) Criação de uma “indústria das cidades”, englobando vários segmentos típicos dos meiso urbanos, ao que se poderia juntar um posicionamento de cidades portuguesas com pilotos ou bed tests de inovações neste domínio à escala internacional. 13) Aposta no desenvolvimento de veículos não poluentes (eléctricos) para utilização preferencial em ambientes urbanos. Esta lista não é exaustiva. A concretização de um caminho com esta exigência terá sempre como requisito essencial a participação activa e coordenada do governo/sector público e das empresas/sector privado. Isto é, de todos.

    • José Manuel dos Santos

      José Manuel dos Santos

      Design Director

      Gostaria de ter um país descentralizado, focado e efectivo. Gostaria que criássemos condições para que um(a) jovem preferisse sair das grandes cidades para usufruir da sua licença para aprender, que se investisse naquilo que interessa para que essa seja uma verdadeira opção, para que emigrar seja uma decisão e não uma obrigação. Gostaria que entendêssemos o que nos diferencia, o que temos como oferta natural e conhecimento adquirido que nos permite ter uma oferta que seja valorizada entre portas e no estrangeiro, que embora focados em poucos vectores sejamos criativos, abrangentes, sui generis. Gostaria que apostássemos na efectividade como componente essencial da sobrevivência e da felicidade, que se criassem diferentes modelos de efectividade, critérios de sucesso, que estes contribuíssem para a balança económica mas também social e psicológica. Notem que não utilizei a palavra design uma única vez, isto porque não acredito ser possível fazer tudo o que proponho sem a utilização do pensamento assente no design e sem a pratica do design em todas as suas vertentes.

    • Luís Portela

      Luís Portela

      Chairman

      Um país moderno, competitivo, inclusivo, valorizador do conhecimento e fortemente apostado na valorização económica do mesmo. Um Pacto de Longo Prazo, que constitua uma aposta consensualizada dum projecto desenvolvimentista para o país, nomeadamente que abre caminho a um reforço da industria e dos serviços de valor acrescentado, inserido nas cadeias de valor à escala global. Pacto construído e partilhado pelo atores sociais, económicos e políticos relevantes que longe de limitar o jogo político democrático o use em favor dum desígnio comum para o País.

    • Nicolau Santos

      Nicolau Santos

      Director-Adjunto

      Um país moderno, dinâmico, inovador. Para isso: 1) manter uma aposta forte no investimento em inovação 2) desenvolver políticas públicas que estimulem a fusão de PME, a sua internacionalização e um trabalho conjunto com as universidades para desenvolver produtos inovadores 3) potenciar a atracção cultural das principais cidades do país como forma de captar talentos que queiram viver e trabalhar em portugal

    • Paulo Azevedo

      Paulo Azevedo

      CEO

      País com dívida pública em níveis sustentáveis, finanças públicas saudáveis, estado com situação orçamental equilibrada. Nível de desemprego em situação sustentável. Indicadores de desenvolvimento humano acima da média europeia, ou seja Portugal detendo uma posição geo-económica relevante. Roadmap: Para tal ser atingido será necessário uma discussão estruturante e por um acordo de regime entre principais forças políticas para: • definição da dimensão e papel do Estado e principais politicas: legal, social, saúde, educação, etc; • definição de sectores económicos estratégicos (substituição de importações, criação de emprego, exportadores) e criação de políticas e incentivos • desenvolvimento da sociedade civil; • implementação de medidas que incentivem fortemente o crescimento natural da população (natalidade).

    • Paulo Pereira da Silva

      Paulo Pereira da Silva

      Presidente

      Um país mais equilibrado e sustentável, com um nível de desemprego mais reduzido, com melhores índices de desenvolvimento humano.

    • Pedro Carneiro

      Pedro Carneiro

      Dada a situação com que me deparo neste momento e os apelos e desafios que vou recebendo nas viagens que faço ao longo do ano, um pouco por todo o mundo, o meu roadmap avança cada vez mais para uma encruzilhada. Para 2033, desejaria ter uma país culto e bem gerido; solidário e inclusivo.

    • Peter Villax

      Peter Villax

      Administrador

      Gostava de ter hoje, e não em 2033, um país que estivesse sempre virado para o futuro e não para as datas do passado. Em Portugal só se fala do passado e, conforme as opções ideológicas, de saudades da monarquia, da República, do Estado Novo e das conquistas de Abril. Mas ninguém fala do que queremos ser. Eu desejo um país rico onde todos possam fazer bons negócios e viver em prosperidade. Actualmente 100% da minha actividade está fora de Portugal, e realizo com alguma pena que é mais fácil fazer negócios no estrangeiro. Em Portugal tudo é uma enorme complicação, temos tendência para complicar aquilo que é simples, e a falta de certeza nos negócios (que a baixa eficácia dos tribunais também propicia) leva os gestores a adoptar posturas de desconfiança como formas de mitigar o risco. Temos aprender a colaborar mais.

    • Rogério Carapuça

      Rogério Carapuça

      Um Pais que apoie fortemente o empreendedorismo jovem. Que estimule o investimento estrangeiro e atraia talentos. Que tenha aproveitado bem a nova geração que tem hoje (a mais qualificada de sempre). Um Pais onde fazer negocios é mais facil (com justiça mais rapida), menos burocracia e incentivos ao investimento.

    • Rui Paiva

      Rui Paiva

      Presidente

      Gostaria de ter um País onde os Políticos fossem Políticos e a economia fosse a economia. Um País onde o Estado Legislasse, Regulasse e Controlasse/Punisse …deixando a economia para as pessoas e empresas.

    • Salvador Guedes

      Salvador Guedes

      Um Portugal moderno e competitivo, empreendedor, reconhecido pela qualidade dos seus recursos e força das suas marcas. Um país em que todos os portugueses se orgulhem de o ser ….. Um Portugal inserido no “pelotão da frente” e fora da “cauda da Europa”. Será determinante o sucesso do turn around económico-financeiro em curso e a convergência e estabilidade das políticas adotadas nesse sentido.

    • Zita Martins

      Zita Martins

      Gostaria de ter um Portugal em que os três pilares fundamentais da Democracia (saúde, educação e ensino, e igualdade de direitos para ambos os sexos) fossem um direito para todos. Gostaria que os representantes oficiais de Portugal fossem exemplos de ética e investissem na concretiza?ão dos três pilares fundamentais da democracia. Da minha parte continuarei a fazer investigação de excelência e a comunicar Ciência ao público de forma a incentivar uma futura geração de Cientistas.

  • 6. Surgiram em Portugal várias iniciativas de inovação social (FCG, Fundação EDP, SCML, entre outras). Como encara o papel destas iniciativas e que propostas faria para alavancar os seus efeitos em todo o País?

    • Joana Vasconcelos

      Joana Vasconcelos

      São positivas e deveria haver mais investimento privado, até de grupos mais pequenos e locais.

    • Alcino Lavrador

      Alcino Lavrador

      Presidente Executivo

      Estas iniciativas são de elevada relevância, pois num mundo cada vez mais ligado, mostram que existe espaço para desenvolver novas ideias e criar valor através da interceção de áreas, contribuindo para uma sociedade mais inclusiva. Muitas das iniciativas são desenvolvidas sem grandes orçamentos e socorrem-se da participação voluntária dos colaboradores das empresas patrocinadoras (Fundação Portugal Telecom) acabando por ter um papel também de “team-building” e de despertar social interno. Muitas pequenas e médias empresas em todo o país já desenvolvem acções de inovação social mas infelizmente não são conhecidas. A publicação destas iniciativas e algum incentivo que pudesse equipará-las à inovação tecnológica, por exemplo, pelo menos nas PMEs, poderia atuar como um fator multiplicativo.

    • Ana Moutela

      Ana Moutela

      Directora-Geral

      A responsabilidade social e corporativa representa um papel cada vez mais importante no corporate governance das empresas actuais, de facto, o desenvolvimento económico deve ser um aliado estratégico do bem estar social e da sustentabilidade ambiental. A titulo de exemplo: uma das iniciativas interessantes programada pela SCML - o projecto UAW - podia ser replicado através da criação de sinergias com outras entidades com fins idênticos, por forma a criar uma cultura enraizada de inovação social.

    • António Melo Pires

      António Melo Pires

      Director-Geral

      Inexpressivo ou não conhecido.

    • António Murta

      António Murta

      Managing Director

      - Destaco aqui o trabalho da Fundacao Manuel dos Santos, acima de todos os outros ; acho que o trabalho por eles desenvolvido tem sido a todos os titulos notavel - Gostava de ver estas iniciativas a contribuir para formar opinao e mudar mentalidades sobre MEDICINA CONTINUADA - crucial para tornar o nosso SNS sustentavel - Gostava de ver estas Fundacoes, conjuntamente com as Centrais Sindicais, a ter um papel crucial na DEFESA DA EMPREGABILIDADE VIA EDUCACAO CONTINUA - life-long learning

    • António Vidigal

      António Vidigal

      Presidente do Conselho de Administração

      Considero estas iniciativas excelentes, considerando que a forma de as alavancar a todo o País passa pela utilização da Net e das Redes Sociais.

    • Carlos Faro

      Carlos Faro

      Presidente Conselho de Administração

      No estado actual do País a inovação social assume um papel primodial na resposta às necessidades de uma população envelhecida e fortemente castigada pela austeridade. Em vez de um processo top-down fomentava e apoiava o aparecimento de iniciativas locais dirigidas às reais necessidades da população.

    • Francisco Veloso

      Francisco Veloso

      Director

      O empreendedorismo social é um fenómeno mais recente mas que pode ter um impacto muito significativo nos países e nas regiões. É algo que devia ser encorajado e apoiado por entidades oficiais. Em primeira linha deveria haver um esforço de divulgação de iniciativas. Mas penso que seria muito interessante alocar uma ínfima percentagem (0.01%?) do orçamento de cada um dos ministérios para fundos para apoio à inovação social no contexto de cada uma das áreas de governo.

    • Gonçalo Quadros

      Gonçalo Quadros

      CEO

      Encaro com entusiasmo. Mas precisamos de massa critica. Estratégias para envolver a iniciativa privada devem ser pensadas e colocadas no terreno. No contexto da crise que vivemos esta é uma oportunidade e uma necessidade.

    • Isabel Mota

      Isabel Mota

      Administradora

      Importantes processos de identificação de novas respostas sociais, mais eficazes e sustentáveis, para as necessidades sociais não satisfeitas. Importa estabelecer parcerias estratégicas entre o sector público, privado e terceiro sector no sentido de facilitar os processos de replicação e escala; melhorar o enquadramento legal das organizações sociais, potenciar o papel da inovação social enquanto geradora de novos empregos.

    • João Caraça

      João Caraça

      Director

      As iniciativas são muito importantes mas não substituem o Estado-providência.

    • José Joaquim de Oliveira

      José Joaquim de Oliveira

      Presidente

      São muito interessantes e contribuem como um novo “sabor” para o designado eco-sistema da inovção, sobretudo ajudam a alimentar a ideia de que a inovação é o caminho mais eficaz e mais atractivo para o progresso. São bem vindas, por isso. Três sugestões: I. Maior divulgação. É importante que a população conheça o que existe e se faz, creio que há aqui um deficit de conhecimento. II. Criação de um mecanismo de coordenação entre as diversas iniciativas, por forma a maximizar o seu efeito na sociedade em beneficio de todos. III. Criação de um processo que facilite a aproximação das iniciativas (actuais ou novas) às populações, por forma a assegurar que o que se faz vai ao encontro do que se necessita.

    • José Manuel dos Santos

      José Manuel dos Santos

      Design Director

      Acho a inovação social uma das áreas mais interessantes e potencialmente convergentes da realidade de muitos países, mais que uma tendência vejo como necessidade para equilibrar os desajustes das economias de mercado. No entanto sinto a falta de planeamento detalhado e formal que permita implementação efectiva, sinto que existe muito esforço, boa vontade, dedicação, mas poucos resultados. O Estado social está em mutação estrutural, aplicar modelos desse mesmo sistema a esta nova realidade não funcionará. A maior parte desta inovação é de natureza bottom/up e micro, o melhor que o Estado pode fazer é identificar e premiar as boas praticas, tal como apoiar as novas com soluções que permitam planear e obter resultados. Um Estado facilitador e ágil que agregue intenções e disponibiliza apoios, talvez uma plataforma online onde iniciativas de inovação social podem encontrar projectos similares, definir resultados e obter apoios de forma ágil.

    • Luís Portela

      Luís Portela

      Chairman

      A responsabilidade social deve inscrever-se como elemento nuclear dum país moderno e inclusivo. Sem dúvida que o papel das empresas nesta dinâmica é muito positivo, assim como de outras entidades e movimentos associativos, sobretudo se for orientado para complementar a acção primordial do Estado, enquanto instrumento da sociedade no seu conjunto para garantir direitos sociais mínimos, e para promover uma cultura de participação cívica e de empenhamento social.

    • Nicolau Santos

      Nicolau Santos

      Director-Adjunto

      São inciativas fundamentais porque o Estado não tem capacidade para responder a todas as solicitações que neste momento lhe chegam. Para alavancar os seus efeitos só vejo possível através da divulgação dos exemplos bem sucedidos através das redes sociais

    • Paulo Azevedo

      Paulo Azevedo

      CEO

      A contribuição de iniciativas deste género é fundamental. Intervenção de entidades privadas no terceiro sector é complementar ao Estado e representa contribuição daquelas para abordar problemas da sociedade. Novas oportunidades passarão por: • Incentivar programas vocacionados para zonas deprimidas (interior). • Criar as condições para o aparecimento de mais iniciativas e reforçar o seu âmbito; • Garantir um enfoque especial no modelo de financiamento para que este não seja dependente de fundos do Estado; • Puxar pela massificação da participação individual /social.

    • Paulo Pereira da Silva

      Paulo Pereira da Silva

      Presidente

      Muito positivos. Esta dinâmica deve ser acarinhada por todos. Maior partilha e disseminação dos bons exemplos nos media.

    • Pedro Carneiro

      Pedro Carneiro

      A Orquestra de Câmara Portuguesa no seu programa de cidadania ativa OCPsolidária, criou o projeto “Notas de Contacto: a OCPsolidária na CERCIOEIRAS”, que desde há 12 meses usufrui do apoio financeiro do Programa de Desenvolvimento Humano da Fundação Calouste Gulbenkian. A aprovação da nossa candidatura pela FCG representa uma estímulo extraordinário fundamentalmente para as pessoas que na CERCIOEIRAS dele usufruem, assim como as suas famílias. A alavancagem passa pela integração destas iniciativas nos critérios de prioridade que um conceito nacional estratégico determine, de modo a que onde e quando a população portuguesa precise elas surjam e produzam os seus frutos, para que antes de 2033 tenhamos um Portugal, culto, bem gerido, solidário e inclusivo.

    • Peter Villax

      Peter Villax

      Administrador

      Iniciativas essenciais pela ajuda que trazem a uma população necessitdada, mas não é ai que se devem de concentrar os nosso esforços estratégicos, mas sim numa economia livre e sem complexidades.

    • Rogério Carapuça

      Rogério Carapuça

      Precisamos de muitas como estas...

    • Rui Paiva

      Rui Paiva

      Presidente

      Acho que esse pode e deve ser o papel do Estado. As empreseas devem gerar e criar riqueza, para que pelo pagamento dos seus impostos, disponibilizem as verbas para que o Estado faça a ação Social.

    • Salvador Guedes

      Salvador Guedes

      A inovação social é uma atividade importante num momento em que as instituições e sistemas sociais tradicionais são desafiados pelas exigências do momento presente. Há, no entanto, que distinguir as iniciativas positivas das menos bem-sucedidas, promovendo a divulgação das primeiras, sobretudo daquelas que conseguem dinamizar a produção de valor pela comunidade onde se realizam. A inovação social não é positiva apenas por ser inovação. Há que garantir que significa um progresso na direção correta e que insere sustentabilidade nas comunidades.

    • Zita Martins

      Zita Martins

      Fundamental para uma sociedade cada vez mais necessitada, tanto a nivel financeiro como intelectual.

  • 7. Como encara o tema da Gestão do Conhecimento na sua organização? Que actividades ou processos identifica como mais prioritários?

    • Joana Vasconcelos

      Joana Vasconcelos

      No nosso caso, o Atelier encontra-se disponível para visitas guiadas, por marcação, e também tentamos responder a todos os pedidos que nos chegam, a nível de entrevistas/questões tanto vindas de jornalistas, como de alunos de diferentes graus de ensino.

    • Alcino Lavrador

      Alcino Lavrador

      Presidente Executivo

      A Gestão do Conhecimento tem desde há muito um papel de elevada importância na organização a que pertenço. Uma empresa é constituída por pessoas e são estas que suportam o conhecimento coletivo da organização permitindo-lhe exercer a atividade através de processos e mecânicas adequadas. Para garantir a sustentabilidade de um projeto empresarial, não se pode correr o risco de, por um lado deixar de adquirir novo conhecimento, e por outro, cristalizar determinado conhecimento crítico num ou noutro colaborador. A aquisição do conhecimento necessário ao desenvolvimento e evolução da empresa, faz-se através da monitorização e vigilância permanente da envolvente de negócio e social identificando as competências e o posicionamento que se pretendem no futuro face a cenários possíveis de ocupação de espaços de oportunidade. A partilha e registo do conhecimento é essencial para criar alternativas e maior músculo na sua utilização. Este aspeto tem hoje em dia uma relevância fundamental quando se assiste a uma fuga de cérebros para o estrangeiro.

    • Ana Moutela

      Ana Moutela

      Directora-Geral

      A Gestão de Conhecimento é uma prioridade na Organização que dirijo, como consequência da aposta clara que fazemos no nosso capital humano. Existe uma política de "open door" que priviligia o contacto interpessoal e a partilha de conhecimentos. Estes canais de comunicação, menos estruturados, estimulam a crítica construtiva e permitem, por um lado, detectar os talentos da empresa e, por outro lado, são uma forma de transmitir as boas práticas implementadas. Deste modo, conseguimos criar alguma liberdade individual de escolha do melhor caminho de desenvolvimento pessoal e profissional, mantendo os objectivos definidos e o respeito pelo trabalho em equipa.

    • António Melo Pires

      António Melo Pires

      Director-Geral

      Prioridade ao trabalho em equipa para garantir transparência de processos e criação de sinergia. Inovação nos processos produtivos no aumento da produtividade e qualidade bem como na gestão de recursos humanos.

    • António Murta

      António Murta

      Managing Director

      + Como crucial - o meu trabalho vive de antecipar o futuro e de investir em quem o constroi ; nao e possivel fazer isso sem Conhecimento + Que processos prioritarios ? (1) Proteccao IP (activa, nao so passiva) (2) procura sistematica da produtizacao em todas as participadas - e de modelos de escalabilidade nao linear (3) Aprendizagem sistematica e continuada de todos ; partilha da mesma

    • António Vidigal

      António Vidigal

      Presidente do Conselho de Administração

      Na economia do conhecimento, este é um dos activos mais importantes para qualquer organização e, como tal, vital para o negócio. Por outro lado, o conhecimento é muitas vezes considerado como a “semente” da inovação. Daí que uma adequada Gestão do Conhecimento contribua fortemente para o sucesso da nossa organização. A eficácia da Gestão do Conhecimento passa fundamentalmente pelo envolvimento de todas as áreas da organização, associado à mudança de cultura organizacional que torna a empresa mais ágil. Um conjunto de instrumentos, desde a Universidade Corporativa a ferramentas colaborativas de utilização generalizada, contribuem para a partilha e disseminação do conhecimento. Um conjunto de novos sistemas informáticos retêm e disponibilizam a informação e conhecimento, onde e quando necessário. Um conjunto de novos meios de comunicação interna, multimédia, contribuem para que cada colaborador seja um participante activo na Gestão de Conhecimento.

    • Carlos Faro

      Carlos Faro

      Presidente Conselho de Administração

      A Gestão do Conhecimento é um aspecto fundamental no ecossistema de inovação do Biocant. Com a instalação do UC-Biotech conseguimos pela primeira vez um alinhamento estratégico entre a investigação fundamental/ formação de recursos humanos e os reais interesses das empresas, o que facilita a Gestão do conhecimento e os processos de transferência de tecnologia.

    • Francisco Veloso

      Francisco Veloso

      Director

      Não é diretamente aplicável à minha organização

    • Gonçalo Quadros

      Gonçalo Quadros

      CEO

      Gestão de Conhecimento e Gestão de Talento são apostas estratégicas para qualquer organização que assenta em conhecimento e em criatividade. Tudo o que está relacionado com a consolidação da cultura da organização é para nós prioritário. Desde a identificação das pessoas com os valores que importam (recrutamento), até à instituição das práticas e do contexo para que esses valores se desenvolvam.

    • Isabel Mota

      Isabel Mota

      Administradora

      Gestão do conhecimento essencial para melhorar os índices de produtividade e competitividade das organizações. Importa fomentar a partilha de informação e colaboração a nível interno; e apostar na formação avançada dos quadros.

    • João Caraça

      João Caraça

      Director

      O conhecimento é o vector central da acção esclarecida. A observação atenta de sinais de mudança (weak signals), a criação de um contexto favorável à tomada de decisões, a implementação e a avaliação dos impactos das decisões tomadas são os processos essenciais do 'bem agir'.

    • José Joaquim de Oliveira

      José Joaquim de Oliveira

      Presidente

      A Gestão do Conhecimento é hoje um elemento de gestão de enorme importância nas organizaçãoes. Por multiplas e evidentes razões. Representa uma activo estratégico relevante, pelo que deve ser gerido como tal. A Globalização, a massificação da utilização dos sistemas de informação, a internet e a sua crescente abrangência global, o desenvolvimento científico, etc, conferem presentemente ao conhecimento, em qualquer domínio da nossa vida em sociedade, um peso nunca antes reconhecido. Por isso se multiplicam os estudos, as teorias, opiniões, pareceres e outras abordagens, quer sobre a sua importância, quer sobre o que fazer para o gerir. O que é positivo. O conhecimento é essencial à inovação. Em conjunto são a força que impulsiona o progresso das organizações, da sociedade e das populações. A Gestão do Conhecimento deve, pois, ser conduzida através de processos claros, simples, conhecidos e seguidos ou executados de forma séria e responsável. Não sendo este o lugar para uma abordagem longa de um assunto tão vasto, deixo algumas simples sugestões, que não sendo inéditas, são, no entanto, essenciais em meu entender: • Assuncão pela gestão de topo das organizações da importância do conhecimento e dos respectivos processos de gestão, com divulgação adequada desta posição tornado-a explícita dentro das organizações. • Enfoque no capital de conhecimento individual, definindo processos de colecta e registo desse conhecimento. • Promoção da partilha dentro da organização. • Utilização, nos processos de recolha, tratamento, arquivo e gestão, de sistemas de informação apropriados, tirando partido das multiplas tecnologias disponíveis no fantástico mundo digital nos rodeia.

    • José Manuel dos Santos

      José Manuel dos Santos

      Design Director

      Estou inserido num contexto empresarial onde a gestão de conhecimento é vista como um elemento crucial da política de marketing da empresa, um garante para que existam medidas e fundos que suportem efectivamente a sua execução. Na empresa onde laboro o conhecimento é parte integramente da oferta, os mecanismos de identificação/ análise/ adopção/ protecção estão definidos e a responsabilidade assenta em vários agentes, todos eles com metas de negócio. Esta é a meu ver uma forma muito pragmática de ver a gestão de conhecimento, como parte da oferta e do modelo de negócio da empresa.

    • Luís Portela

      Luís Portela

      Chairman

      Sublinho dois aspectos que parecem cruciais para um bom desempenho. A estruturação dum programa de I&D e a existência de responsabilidades claras e um ambiente aberto às novas ideias. O primeiro aspecto é importante para clarificar para “onde se quer ir e “como”, melhorando a produtividade da investigação e as possibilidades de valorização do conhecimento. O segundo aspecto é relevante para abrir a organização às novas ideias e as formas de inovação radical.

    • Nicolau Santos

      Nicolau Santos

      Director-Adjunto

      É fundamental. O mais complexo é compatibilizar os conhecimentos de pessoas que estão há mais tempo na empresa e que por isso ganham melhor com joverns que ganham menos mas são muito mais amigos do trabalho com as novas tecnologias. Os conhecimentos dos primeiros não são os dos segundos mas ambos são importantissimos para o sucesso da empresa.

    • Paulo Azevedo

      Paulo Azevedo

      CEO

      A Gestão da Conhecimento é um tema chave para a Sonae enquanto empresa multinacional e detendo vários negócios. A Gestão de Conhecimento está amplamente disseminada na organização e funciona como elemento de ligação entre as diversas empresas envolvidas em diferentes sectores de atividade. Várias plataformas e linkages fazem parte da Sonae. Como exemplos destaco os Foruns e Grupos Consultivos, várias reuniões e reportes transversais com toda a Gestão de topo, diferentes projetos adhoc transversais que funcionam como órgãos de discussão, partilha e disseminação do conhecimento entre as diversas empresas Sonae. A gestão de conhecimento permite-nos assim amplificar situações de colaboração que outra forma dificilmente ocorreriam. O foco da gestão de conhecimento na Sonae não está em plataformas tecnológicas, mas antes em garantir momentos de agenda que permitam a partilha de conhecimento.

    • Paulo Pereira da Silva

      Paulo Pereira da Silva

      Presidente

      Um dos pontos da nossa política de IDI é fazer com que a comunidade humana que constitui a RENOVA partilhe a paixão da busca das melhores oportunidades num Mundo em contínua mudança. Todos e cada um de nós ao compreender o que vai sendo descoberto, na Ciência, na Tecnologia e na Sociedade, estará a contribuir para tornar realidade o sonho de um planeta melhor e em particular o de uma Renova mais cidadã e rica de culturas diversas. Nos últimos anos temos vindo apostar nas tecnologias de informação para a partilha e disseminação do conhecimento entre as diversas estruturas da empresa.

    • Pedro Carneiro

      Pedro Carneiro

      Na Orquestra de Câmara Portuguesa temos a colaboração direta dos músicos na coordenação e gestão de projetos específicos e a equipa dirigente tem formação em filosofia e gestão em instituições sem fins lucrativos, além larga formação e experiência de pelo menos duas décadas tanto a nível nacional como internacional em áreas como a dança e a música. Sendo uma micro-equipa incentiva-se o networking na resolução de problemas e no desenho de soluções para a concretização dos diversos projetos que desenvolvemos no âmbito dos nossos Programas de Cidadania Ativa: OCPsolidária (dedicada a pessoas com défice cognitivo e motor); JOP-OCPzero (Jovem Orquestra Portuguesa, dedicada à semi-profissionalização dos jovens estudantes de música de todo o país); OCPdois (dedicada aos músicos amadores das mil bandas filarmónicas existentes em Portugal, já com o trabalho desenvolvido e em curso, nos concelhos de Lisboa, Pombal, Ponte de Lima, Castelo Branco, Seia e Gouveia).

    • Peter Villax

      Peter Villax

      Administrador

      Central. Ensinamos e treinamos as pessoas a serem mais inovadoras. Temos planos e ferramentas de inovação. Reconhecemos e recompensamos os inovadores.

    • Rogério Carapuça

      Rogério Carapuça

      Defesa da propriedade intelectual que as nossas empresas desenvolvem e alavancagem da sua internacionalização por meio desta. Este é um tema que acho muito relevante dentro dos que cabem nesta categoria.

    • Rui Paiva

      Rui Paiva

      Presidente

      Faz parte da Cultura da empresa …Transparência e Informação total, levam a organizações comprometidas com todos os seus stakeholders

    • Salvador Guedes

      Salvador Guedes

      Considero a gestão do conhecimento como um tema de grande importância por forma a otimizar o valor do investimento em I&D e a sua conversão em valor, pela inovação, para o negócio. Dentro dos vários processos, aquele que considero mais importante, na atualidade, é a arbitragem da informação. De facto, este é o processo-base da gestão do conhecimento, por permitir discernir por entre o fluxo informacional das organizações, que conhece crescente densificação, qual a informação crítica para acrescentar valor ao negócio. Um processo de arbitragem bem instalado e eficiente a todos os níveis permite que a informação relevante esteja disponível em permanência e indexada por forma a permitir um rápido acesso pela parte de qualquer colaborador. Este processo reside na existência de uma estrutura de classificação da informação bem articulada e intuitiva nos repositórios, em rotinas periódicas de análise e deteção de conhecimento com potencial de valor e numa boa gestão das fontes de informação internas e externas à organização. Se dentro desta, o processo é valioso, não menos importante é a instalação de processos semelhantes na Administração Pública, com as mesmas especificações, que permitisse valorizar a informação produzida a nível nacional, criar referenciais e indicadores gerais adaptados às necessidades do negócio, disponibilizar rotinas de recolha de informação específica de cada setor empresarial e manter uma gestão de fontes transparente, dinâmica e adequada aos desafios do mercado global.

    • Zita Martins

      Zita Martins

      A Universidade onde trabalho tem uma lista completa de projectos e ferramentas sobre Gestão do Conhecimento. Detalhes aqui: http://www3.imperial.ac.uk/portal/page/portallive/designengineering/research/themes/knowledgeandinformationmanagement#maincontent

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