Estudo de Gestão do Conhecimento

O Estudo de Gestão de Conhecimento em Portugal tem como objectivo caracterizar o tipo de abordagem das organizações portuguesas à gestão de conhecimento. Em 2015 realiza-se a 4ª edição deste estudo realizado pela Knowman, empresa de consultoria que colabora com a COTEC Portugal na Comunidade de Prática de Gestão do Conhecimento.

Estudo Gestão do Conhecimento em Portugal (2015)

Atendendo à ligação com a COTEC Portugal, foi criada uma versão ligeiramente diferente para as organizações associadas da COTEC, prevendo-se a disponibilização dos resultados para consulta e apresentação num workshop da Comunidade de Prática COTEC de Gestão de Conhecimento.

Os dados adicionais permitirão identificar áreas de desenvolvimento nas organizações portuguesas e contribuir para futuras iniciativas da COTEC.

Consultar estudo completo em http://gc.knowman.pt/category/ano/2015/.

 

EDIÇÕES ANTERIORES


Estudo Gestão do Conhecimento em Portugal 2013

Consultar estudo completo em http://gc.knowman.pt/category/ano/2013/

Algumas das conclusões deste estudo são:

Enquanto que 2 em cada 10 organizações diz ter uma Estratégia documentada de Gestão de Conhecimento, apenas metade desse número tem orçamento de Gestão de Conhecimento.

Ainda assim, 30% das organizações afirmam ter um responsável pela gestão e operacionalização da Gestão de Conhecimento.
Pela terceira vez consecutiva, um maior e melhor aproveitamento do conhecimento existente revela-se como o benefício mais procurado pelas organizações através da Gestão do Conhecimento.

A falta de tempo dos colaboradores volta a ser apontada como a maior dificuldade que a organização enfrenta.

O acesso ao conhecimento e a formação são os dois processos considerados de melhor qualidade nas organizações. A inteligência competitiva o que menos se observa nas organizações respondentes.

As intranets ou portais corporativos continuam a ser a ferramenta mais utilizada. As reuniões de reflexão sobre projetos concluídos e as reuniões de partilha de conhecimento permanecem como as atividades mais comuns.

Apenas 15% das organizações têm métricas de actividade para a Gestão de Conhecimento, sendo ainda menor o números daquelas que definiram métricas de avaliação de impacto (8%).


Estudo Gestão do Conhecimento em Portugal 2011


Consultar estudo completo em http://knowman.pt/wp-content/uploads/docs/D2012A-GCemPortugal2011.pdf.

Algumas das conclusões deste estudo são:

À semelhança de 2010, observa-se que a grande maioria das organizações tem ainda uma abordagem informal à gestão de conhecimento. Apenas 1 em cada 10 organizações opta por uma abordagem estratégica.

A expressão “gestão de conhecimento” está presente na maioria das organizações mas, por vezes, apenas em algumas partes. Pouco mais de 1 em cada 10 organizações têm orçamento de gestão de conhecimento. Curiosamente, comparativamente ao ano anterior, o orçamento aumentou ou manteve-se na vasta maioria dessas organizações.

As intranets ou portais corporativos continuam a ser a ferramenta mais utilizada. As reuniões de reflexão sobre projetos concluídos e as reuniões de partilha de conhecimento permanecem como as atividades mais comuns.

Os processos de utilização e acesso ao conhecimento e à informação são os considerados de melhor qualidade pelas organizações. A inteligência competitiva o processo menos presente.

A maior dificuldade enfrentada pelas organizações na concretização da estratégia ou na realização das atividades de gestão de conhecimento é a falta de tempo dos colaboradores.

O maior e melhor aproveitamento do conhecimento existente mantém-se como o benefício mais procurado pelas organizações.
Esta edição do estudo permite complementar a imagem criada com a edição de 2010 mas, devido à significativa diferença da amostra considerada, não viabiliza a identificação de tendências de evolução.

No geral, continua a haver um longo caminho a percorrer pelas organizações para que possam verdadeiramente tirar partido da gestão de conhecimento.

In Neves, A. (2011). Estudo Gestão do Conhecimento em Portugal 2011. Knowman.

 

Estudo Gestão do Conhecimento em Portugal 2010

Consultar estudo completo em http://knowman.pt/wp-content/uploads/docs/D2011A-GCemPortugal2010.pdf

Os resultados do estudo mostram a importância de uma estratégia de gestão de conhecimento ou de a estratégia de negócio referir a gestão de conhecimento: a resistência dos colaboradores à realização de actividades de gestão de conhecimento é menor nesses casos. Apesar disso, apenas um terço das organizações refere a gestão de conhecimento na sua estratégia e são ainda menos as organizações que têm uma estratégia de gestão de conhecimento.

A maior dificuldade enfrentada pelas organizações na concretização da estratégia ou na realização das actividades de gestão de conhecimento é a pouca experiência e conhecimento na área da GC.

Por outro lado, o maior benefício que as organizações procuram com a gestão de conhecimento é o maior e melhor aproveitamento do conhecimento existente.

Algumas das principais conclusões:

Um terço das organizações tem uma pessoa responsável pela gestão de conhecimento.
Organizações com um sponsor de gestão de conhecimento ao nível da Direcção têm menos probabilidade de experimentar falta de recursos para a execução da estratégia ou para a realização de actividades de gestão de conhecimento. Grande parte dos responsáveis de gestão de conhecimento encontra-se na Direcção da organização. Existe também uma percentagem significativa na área de Recursos Humanos.

É mais provável encontrar um responsável por gestão de conhecimento em filiais de empresas estrangeiras.
Nas organizações em que há um responsável pela GC, existe uma média de 3,13 pessoas adicionais a trabalhar em gestão de conhecimento. Em média, cada uma delas, dedica a essa função 11,41 horas por semana.

O estudo permite concluir que os esforços de GC se encontram em níveis bastante distintos nas organizações em Portugal. As grandes organizações parecem ter níveis de formalização, implementação e obtenção de resultados interessantes. Porém, a maior parte das organizações ainda apresenta iniciativas e resultados muito incipientes em torno da gestão de conhecimento e os resultados apresentados mostram que esta área é, em grande medida, uma consequência de iniciativas isoladas e informais por parte das organizações.

In Neves, A. & Sousa, M. J. (2010). Estudo Gestão do Conhecimento em Portugal 2010. Knowman.

Para mais informações consultar: http://gc.knowman.pt.

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